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	<title>geologia &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/geologia/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "geologia"</description>
	<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 16:48:37 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Recursos Geológicos - O Petróleo do Árctico]]></title>
<link>http://blacksmoker.wordpress.com/?p=468</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 14:36:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>blacksmoker</dc:creator>
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<description><![CDATA[Nota do Autor do post:
Mais um post acerca de um recurso essencial. Este bem mais grave que o proble]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#ff9900;">Nota do Autor do post:</span></p>
<p>Mais um post acerca de um recurso essencial. Este bem mais grave que o problema do Urânio porque aqui a Geologia aparece muito mais associada com a Geoestratégia mundial, e falando claro, refiro-me a dois grandes ursos, o Urso Pardo Americano e o Urso Polar Russo, chamado de siberiano.</p>
<p style="text-align:right;"><a href="http://blacksmoker.files.wordpress.com/2008/07/usgs.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-472" src="http://blacksmoker.wordpress.com/files/2008/07/usgs.jpg?w=83" alt="" width="83" height="96" /></a></p>
<p>Retirei notícias do Jornal Público e relatórios dos Serviços Geológicos Americanos - USGS.</p>
<p>Os originais podem ser todos consultados apartir da página <a href="http://www.usgs.gov/newsroom/article.asp?ID=1980&#38;from=rss_home">http://www.usgs.gov/newsroom/article.asp?ID=1980&#38;from=rss_home</a>. É a partir deste site que todo um dossier pode ser consultado de forma a ser compreensível o problema do ´"Petróleo do Árctico".</p>
<p>Ao longo deste post vou procurar explicar as diferentes componentes do problema. Fui pela primeira vez sensibilizado para a questão do Petróleo do Ártico através do Prof. Dr. Fernando Noronha da FCUP, durante uma palestra promovida pela APG. O facto da Rússia, Dinamarca (Gronelândia), e Canadá reclamarem esta jazida e os EUA não o poderem fazer é com base num argumento Geológico. A questão política e geoestratégica do tema tem por base a Geologia.</p>
<p style="text-align:right;">Nuno Correia</p>
<p> </p>
<h3>Há petróleo no Árctico para abastecer o planeta três anos</h3>
<h4>O Alasca esconde 13 por cento das reservas ainda não descobertas, diz a muito esperada avaliação dos Serviços Geológicos dos Estados Unidos</h4>
<p> </p>
<div><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman,Times New Roman;">Os gelos do Árctico podem esconder 90 milhões de barris de petróleo, e mais de 46 biliões de metros cúbicos de gás natural, diz a U.S. Geological Survey. Seria petróleo suficiente para, sozinho, satisfazer a procura mundial durante três anos. A maior parte das reservas situam-se na plataforma continental, em zonas perto da costa dos países do Árctico, em regiões de propriedade definidas, o que significa que não deverão alimentar disputas territoriais. Esse factor poderá, no entanto, acelerar muito a exploração daquelas reservas, as mais ricas das quais se situam na Rússia e no estado norte-americano do Alasca, onde a Shell já está a investir na compra de direitos de perfuração.</span></div>
<h5><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman,Times New Roman;">Debaixo dos gelos do Árctico há petróleo suficiente para satisfazer a procura mundial durante três anos. E a boa (ou má, consoante as perspectivas) notícia é que a maior parte das reservas de petróleo e de gás natural estão em zonas perto da costa dos países do Círculo Polar Árctico, e não perto do Pólo Norte, em regiões de propriedade definida, onde não deve haver disputas territoriais.</span></h5>
<div><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman,Times New Roman;"><a href="http://blacksmoker.files.wordpress.com/2008/07/arcticlocationmap2.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-473" src="http://blacksmoker.wordpress.com/files/2008/07/arcticlocationmap2.gif" alt="" width="525" height="488" /></a></span></div>
<h5><a href="http://blacksmoker.files.wordpress.com/2008/07/legenda.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-474" src="http://blacksmoker.wordpress.com/files/2008/07/legenda.jpg?w=206" alt="" width="206" height="126" /></a></h5>
<h5>Quem o diz são os Serviços Geológicos dos Estados Unidos, que acabam de divulgar os resultados da muito esperada avaliação das reservas de hidrocarbonetos ainda não exploradas no Árctico. "A plataforma con-tinental do Alasca é o local onde se deve procurar hoje petróleo", disse Donald Gautier.</h5>
<h5> </h5>
<h5>Vamos aos números:</h5>
<h5>O Árctico pode ter 90 milhões de barris de petróleo ainda não descobertos, e mais de 46 biliões (milhões de milhões) de metros cúbicos de gás natural. Isto representa 13 por cento do total das reservas petrolíferas ainda não descobertas, e 30 por cento das de gás natural, diz a U.S. Geological Survey. Na avaliação foram apenas incluídos "recursos que se julga poderem ser explorados utilizando a tecnologia hoje disponível".</h5>
<div><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman,Times New Roman;"><a href="http://blacksmoker.files.wordpress.com/2008/07/artico1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-476" src="http://blacksmoker.wordpress.com/files/2008/07/artico1.jpg" alt="" width="654" height="384" /></a></span></div>
<p><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman,Times New Roman;"> </p>
<p></span></p>
<h5>Mas não foram incluídos cálculos sobre os custos que teria explorar petróleo e gás natural nestas zonas.</h5>
<h5>Isso será o objectivo de um próximo estudo, disse Don Gautier, citado pelo jornal canadiano Globe and Mail.</h5>
<div><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman,Times New Roman;"> </span></div>
<p><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman,Times New Roman;"> </p>
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<h2>Rússia rica</h2>
<h5>É nos sete milhões de quilómetros quadrados de zonas marítimas com menos de 500 metros de profundidade, nas plataformas continentais, que se concentram os hidrocarbonetos.</h5>
<h5>Há três áreas que se destacam: dois terços do gás natural não descoberto situar-se-á em duas regiões russa (a Bacia Siberiana Ocidental e a Bacia Oriental do Mar de Barents, parte desta também sob administração norueguesa) e a zona costeira do Alasca (EUA).</h5>
<h5>Os geólogos, no entanto, tentaram evitar a questão de saber a quem pertenceriam estes recursos. "Pensámos nisto do ponto de vista geológico, e não político", disse Gautier, citado pelo Globe and Mail.</h5>
<h5>Em princípio, nas regiões identificadas no estudo não haverá grandes disputas territoriais - só lá para o (Estados Unidos, Canadá, Rússia, Noruega, Dinamarca), imitando a corrida ao ouro na Califórnia, pode estar rnais afastado do que se temia.</h5>
<h5>Mas o facto de boa parte dos recursos estarem em zonas cuja titularidade é reconhecida pode bem querer dizer que a sua exploração é susceptível de se acelerar muito. Na verdade, já há muitas empresas petrolíferas que se estão a colocar no Árctico, preparando-se para aproveitar o degelo, que tem sido cada vez maior durante o Verão, devido ao aquecimento global. A Shell, por exemplo, já investiu 2000 milhões de dólares na compra de direitos de perfuração no mar de Chukchi, no Alasca, noticiou o The Wall Street Journal. A BP, por seu lado, pagou 1200 milhões de dólares ao Canadá pelo direito de explorar em três lotes no mar de Beaufort. E se a tendência de escalada d preços do petróleo continuar, será cada vez maior o incentivo para o procurar em zonas antes menos atractivas porque implicam grandes gastos. O impacte ambiental da intensificação da exploração de petróleo e gás natural no Árctico, no entanto, pode ser brutal. Não só para as espécies locais, como o urso polar - mas também para os próprios humanos, que vivem no Círculo Polar Ártico. Os pólos da Terra são uma espécie de ar condicionado do planeta – entre outros efeitos, a capacidade reflectora do gelo funciona como uma t-shirt branca no Verão que nos ajuda a manter mais frescos. Acelerar o derretimento dos gelos pode ter consequências graves e inesperadas.</h5>
<h5>Estes textos baseiam-se em notícias do Jornal Público. sexta-feira 25 de Julho de 2008, e dos seguintes endereços da USGS:</h5>
<div><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman,Times New Roman;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman,Times New Roman;"><span style="font-size:small;color:#0000ff;font-family:Times New Roman,Times New Roman;"><a href="http://www.usgs.gov/newsroom/article.asp?ID=1980&#38;from=rss_home"><span style="color:#ffffff;">http://www.usgs.gov/newsroom/article.asp?ID=1980&#38;from=rss_home</span></a> </span></span></span></div>
<p><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman,Times New Roman;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman,Times New Roman;"> </span></p>
<p><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman,Times New Roman;"> </span></p>
<div><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman,Times New Roman;"> </span></div>
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<p><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman,Times New Roman;"> </p>
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<p> </p>
<h2>Dorsal de Lomonosov</h2>
<h3>Kremlin planeia distribuir reservas sem concursos</h3>
<p>A Rússia pretende distribuir sem realização de concursos nem leilões abertos às empresas interessadas os direitos de exploração das vastas reservas de petróleo localizadas ao longo da Dorsal de Lomonosov, que o Kremlin pretende que seja reconhecida internacionalmente como parte da plataforma continental siberiana, ou seja, território da Federação Russa. Essa foi a incumbência dada no início desta semana pelo Presidente russo, Dmitri Medvedev, ao vice-primeiro-ministro Igor Setchin - antigo chefe adjunto do gabinete presidencial de Vladimir Putin e dirigente da gigante estatal petrolífera russa Roneft -, actualmente responsável pelo sector energético do país. Esta distribuição das reservas pelo Kremlin foi justificada por Medvedev com o propósito de assegurar "o uso racional da riqueza nacional". Desde 2001 que a Rússia tenta provar ter direitos sobre dois mil quilómetros de extensão (num triângulo territorial de 5,8 milhões de quilómetros quadrados) da cadeia montanhosa submarina de Lomonosov.</p>
<h5>No mês passado, o general Vladimir Shamanov, conselheiro do Ministério da Defesa, sugeriu mesmo numa entrevista ao jornal Krasnaia Zvezda (órgão oficial militar) que o Exército russo está preparado para combater qualquer país que dispute os direitos de Moscovo sobre a plataforma continental siberiana.</h5>
<h2>Onde a Geologia aparece....</h2>
<p> </p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="7" width="566">
<tbody>
<tr>
<td height="716" valign="top"><span style="font-size:medium;">Cientistas russos anunciaram sua o dorsal de Lomonosov</span></p>
<div></div>
<p><span style="font-size:medium;"></p>
<div><span style="font-size:small;font-family:Arial,Arial;">Cientistas russos anunciaram que cadeia montanhosa (Dorsal de Lomonosov) é o prolongamento geológico da plataforma continental russa. Apesar destas declarações, o cientista russo frisou que os trabalhos de laboratório para identificar as estruturas geológicas só estarão terminados «dentro de um ano».</span></div>
<p> </p>
<p></span></p>
<div></div>
<p><span style="font-size:small;font-family:Arial,Arial;"></p>
<div><span style="font-size:small;font-family:Arial,Arial;">Segundo refere a agência Lusa, o anúncio foi feito por Victor Posselov quando apresentava os primeiros resultados dos estudos de fragmentos de solo, retirados a 2 de Agosto do fundo do Oceano Glaciar Árctico durante a </span><span style="font-size:small;font-family:Arial,Arial;"><span style="font-size:small;color:#ffffff;font-family:Arial,Arial;">expedição russa «Arktika-2007». </span></span></div>
<div></div>
<p><span style="font-size:small;font-family:Arial,Arial;"></p>
<div><span style="font-size:small;font-family:Arial,Arial;">EUA, Canadá, Dinamarca e Noruega também desdobraram-se em iniciativas mais ou menos mediáticas com um único objectivo: deixar claro que a Rússia não é a única potência com interesses territoriais na região do Árctico, onde é suposto existirem um quarto das reservas mundiais de petróleo e gás, além de urânio, diamantes e outros minérios. Com base numa convenção da ONU que regula os limites das plataformas continentais e que estabelece um prazo de dez anos a contar da sua ratificação para que os interessados apresentem as suas pretensões. O que, no caso da Rússia, significa que Moscovo tem até 2009 para se pronunciar. Já o prazo-limite do Canadá vai até 2013 e o da Dinamarca aponta para 2014. Praticamente ignorado ao longo da História, com excepção do período da Guerra Fria entre os Estados Unidos e a ex-URSS, o Árctico ganhou uma nova projecção nos últimos anos por força do aquecimento global. De acordo com os mais recentes estudos científico, a temperatura média na região está a crescer ao dobro da velocidade registada no resto do mundo, explicando, por exemplo, o descongelamento dos glaciares ou as razões por que a área de mar coberta por gelo tem vindo a diminuir no Verão entre 15% e 20% relativamente ao que sucedia ainda há 30 anos.Segundo Victor Posselov, vice-presidente do Instituto de Investigação Cientifica de Oceanologia da Rússia, «a cadeia montanhosa submarina no Pólo Norte é a continuação da plataforma continental siberiana e não está isolada de forma</span></div>
<div></div>
<p></span></span><span style="font-size:small;font-family:Arial,Arial;"></p>
<h5><span style="font-size:small;font-family:Arial,Arial;">Fonte : Pravda</span></h5>
<div><span style="font-size:small;font-family:Arial,Arial;"> </span></div>
<div><span style="font-size:small;font-family:Arial,Arial;"> </span></div>
<div><span style="font-size:small;font-family:Arial,Arial;"> </span></div>
<div><span style="font-size:small;font-family:Arial,Arial;"> </span></div>
<div><span style="font-size:small;font-family:Arial,Arial;"> </span></div>
<p><span style="font-size:small;font-family:Arial,Arial;"> </p>
<p></span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2>Dorsal de Lomonosov</h2>
<p><a href="http://blacksmoker.files.wordpress.com/2008/07/ibcao_betamap.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-477" src="http://blacksmoker.wordpress.com/files/2008/07/ibcao_betamap.jpg" alt="" width="655" height="746" /></a></p>
<p><a href="http://blacksmoker.files.wordpress.com/2008/07/limitesarticosq5.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-478" src="http://blacksmoker.wordpress.com/files/2008/07/limitesarticosq5.jpg" alt="" width="300" height="265" /></a></p>
<p style="line-height:14.25pt;"> </p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;color:#000000;font-family:&#34;"> Esta imagem corresponde aos limites actuais da zona polar (200 milhas, a amarelo). Como se pode ver a área tem a soberania de qualquer país… por agora. </span></p>
<h2>Corrida ao Pólo Norte</h2>
<p> </p>
<p>Marco Polo para Este, Colombo para Oeste, Vasco da Gama para Sul... e agora quem corre para Norte?</p>
<p><span class="arial_azul_escuro"><strong><span style="font-size:small;color:#ffffff;">Começou a corrida pelo Pólo Norte</span></strong></span></p>
<p><span class="arial_noticias_cinza"><span style="font-family:Verdana;">Em causa podem estar importantes reservas de petróleo e gás natural</span></span> <br />
<span class="arial_8_cinzaclaro"><strong><br />
</strong></span>Está na moda entre os turistas com gosto pela aventura. Mas não é essa a razão pela qual o Pólo Norte suscitou um súbito interesse em vários países. O motivo é outro: o petróleo e o gás natural, cada vez com maior procura e cada vez mais valiosos nos mercados internacionais.</p>
<p>Actualmente, o Pólo Norte é considerado «zona internacional», mas não continuará assim por muito mais tempo. Canadá, Dinamarca e Rússia querem incluí-lo no seu território, com os Estados Unidos a demonstrarem «interesse estratégico» na região. Muito em breve, as Nações Unidas deverão ser chamadas a dirimir o conflito.</p>
<p>O primeiro país a reclamar posse legítima daquela inóspita região foi o Canadá, na década de 1950. O interesse tinha então a ver unicamente com a população <em>inuit</em>, ou esquimó, e o caso foi entregue a um tribunal internacional, que determinou que, caso nos cem anos seguintes nenhum país reclamasse a posse da região gelada, esta passaria a ser definitivamente território canadiano.</p>
<p>Entretanto, as Nações Unidas aprovaram a Convenção do Mar, que permite a qualquer país reclamar como seu território submarino para além das 200 milhas da zona económica exclusiva, caso submeta provas científicas provando que determinada zona é um «prolongamento natural» da sua superficie continental. Quando um país ratifica esse tratado, tem dez anos para submeter a sua pretensão à posse de um território submarino. O Canadá, a Rússia e a Noruega já o ratificaram em 1999, e a Dinamarca está a preparar-se para o fazer.</p>
<p>Sob o gelo do Pólo Norte existe uma cordilheira submarina, a Dorsal de Lomonosov, que se estende ao longo de 1100 milhas náuticas (2000 quilómetros) entre a Gronelândia, território dinamarquês desde 1814, e a Sibéria russa.</p>
<p>Considerando que a cordilheira é um prolongamento do território siberiano, a Rússia submeteu, há cerca de três anos, à comissão internacional da ONU um pedido para que toda a zona adjacente seja considerada território russo. A pretensão foi rejeitada devido a objecções levantadas por três países que têm territórios árticos: Noruega, Canadá e Estados Unidos.</p>
<p>A Dinamarca enviou, entretanto, uma missão científica para o Pólo, com o objectivo de fazer um levantamento topográfico da Dorsal de Lomonosov. Com base no que foi descoberto, os dinamarqueses têm esperanças de alargar o seu território da Gronelândia até 370 quilómetros para cada um dos lados da cordilheira. Exultava há dias a ministra dos Negócios Estrangeiros dinamarquesa, Helge Sander: «Há uma possibilidade de o Pólo se tornar dinamarquês, poderá dar-nos acesso ao petróleo e ao gás natural».</p>
<p>Não é que isso seja fácil. Jim Gardner, investigador do Centro Hidrográfico de Cartografia dos Oceanos da Universidade de Nova Hampshire, recorda que os quatro meses anuais de escuridão absoluta e o frio extremo representam dificuldades enormes para a investigação científica, e ainda maiores para a exploração de petróleo.</p>
<p>Mas a calote polar está definitivamente a derreter. No dia 4 deste mês, cientistas americanos anunciaram que, em Setembro, a calote deixou a descoberto mais 13,4% que no ano anterior. A manter-se a tendência, diz Torquil Meedon, funcionário do Ministério da Ciência dinamarquês, «as mudanças climáticas indicam que o gelo polar pode desaparecer em 50 a 100 anos, o que tornará a Passagem do Noroeste uma rota marítima nova e valiosa. Também poderá abrir o território à pesca e à exploração de petróleo e gás. Quem sabe qual será o valor dos direitos ao Pólo dentro de cem anos?»</p>
<p>No Canadá, estas pretensões não são bem recebidas. Um leitor do <em>Edmonton Journal</em> escrevia na semana passada: «Lutemos contra os dinamarqueses. Proponho um jogo de hóquei no local em questão, o Pólo Norte. Os vencedores ficam. Os derrotados retiram-se».</p>
<p>E há ainda as populações <em>inuit</em> que habitam a região. Quando perguntaram a Angela Idlout, de Resolute Bay, o que pensava do assunto, respondeu: «Se me pergunta qual é a minha nacionalidade, digo-lhe que me considero canadiana, não dinamarquesa».</p>
<p>Fonte : <a href="http://dn.sapo.pt/2004/10/23/internacional/comecou_a_corrida_pelo_polo_norte.html"><span style="color:#ffffff;">http://dn.sapo.pt/2004/10/23/internacional/comecou_a_corrida_pelo_polo_norte.html</span></a></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">
<h2 class="creditoFoto">Exploração oceânica</h2>
<h3 class="caixaDossierTituloManchete">Rússia coloca bandeira no fundo do oceano Árctico para reclamar o Pólo Norte</h3>
<h3 class="textoPequeno" style="color:#666666;">Por AFP, Clara Barata</h3>
<h3 class="textoPequeno" style="padding-bottom:5px;color:#999999;">02.08.2007</h3>
<div class="caixaDossierTextoManchete">Exploradores russos tocaram hoje no fundo do oceano Árctico, mesmo por baixo do Pólo Norte, a uma profundidade de 4261 metros. Bem protegida dentro de uma cápsula de titânio, os exploradores vão deixar lá em baixo uma bandeira russa — como os norte-americanos fizeram quando colocaram o seu pavilhão, o stars &#38; stripes, na Lua.</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"> </td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td class="caixaDossierTextoManchete">Esta será uma forma simbólica de reclamar para Moscovo uma grande parte do Pólo Norte, que se pensa ser rica em recursos naturais, como petróleo e gás natural, bem como diamantes, metais e novas zonas pesqueiras, de espécies apreciadas, como o bacalhau. A Rússia quer marcar assim as suas pretensões à nova corrida ao ouro do Árctico, a todas as riquezas que passarão a ficar disponíveis quando o aquecimento global derreter os gelos do topo norte do mundo — que, dizem os cientistas, podem desaparecer completamente durante o Verão, nos próximos 20 anos.O navio de investigação Akademik Fyodorov e o quebra-gelos nuclear Rossia, com 135 cientistas a bordo, conduziram as operações até ao ponto onde foi feito o mergulho. Os tripulantes enviaram uma mensagem para a Estação Espacial Internacional, em órbita da Terra a pouco menos de 400 quilómetros de altitude, e vão ainda aproveitar para recolher amostras do leito oceânico.Para quê esta aventura, que um porta-voz do Presidente Vladimir Putin disse ser "de grande importância" para o czar da nova Rússia? Para ajudar a provar o argumento russo de que a plataforma continental siberiana se estende até mais 2000 quilómetros da linha da costa, ao longo da dorsal Lomonosov, uma cadeia montanhosa submarina que se estende até à Gronelândia. No total, Moscovo reclama um triângulo de cerca de 1,2 milhões de quilómetros quadrados, diz a agência noticiosa russa Ria Novosti.Já em 2001 a Rússia reclamou este território, mas a Comissão para os Limites das Plataformas Continentais (um organismo das Nações Unidas) considerou que as suas pretensões não estavam fundamentadas.Mas a Rússia não desistiu: em 2009, vai voltar a apresentar as suas pretensões. E, até agora, vai à frente na corrida das cinco nações que rodeiam o Círculo Polar Árctico para reclamar as riquezas que se escondem sob os gelos. Pelo sim, pelo não, a petrolífera BP já se aliou à Rosneft, a empresa estatal rusa de petróleo, para fazer prospecção de petróleo no Árctico, diz o "Financial Times".O Canadá tem reclamado muitas vezes as suas pretensões como nação do Árctico. Mas faltam-lhe navios capazes de circular pelos perigosos canais entre o gelo do Árctico. Tem apenas um, de momento, embora o primeiro-ministro Stephen Harper tenha anunciado em Julho que ia libertar verbas para construir novos navios quebra-gelo. "A coisa mais inteligente que o Canadá podia fazer era uma declaração política que dissesse, de forma educada, que não concordamos [com a acção russa]", disse Rob Huebert, especialista no Árctico do Centro de Estudos Militares e Estratégicos, em Calgary.</p>
<p>O Canadá associou-se à Dinamarca — que também reclama direitos no Árctico, porque a Gronelândia está sob a sua administração — para estudar o percurso exacto da dorsal de Lomonosov e determinar os limites da plataforma continental de cada país. Mas essa investigação só deve estar concluída em 2013, anos depois da russa.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Antártida era mais quente que agora]]></title>
<link>http://liverig.wordpress.com/?p=291</link>
<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 22:45:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>liverig</dc:creator>
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<description><![CDATA[Foi descoberto que a região da Antártida era, há milhões de anos atrás, mais quente do que é a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" src="http://www.blogdoscassetas.globolog.com.br/juliana_paes_antartica1.jpg" alt="" width="380" height="568" />Foi descoberto que a região da Antártida era, há milhões de anos atrás, mais quente do que é agora, esta descoberta pode causar novas implicações nos estudos da evolução da calota polar e da mudança climática.</p>
<p>A descoberta, realizada por um grupo de cientistas de universidades do Reino Unido e Estados Unidos, foi publicada na revista britânica "Proceedings of the Royal Society B", na terça-feira [22/07]</p>
<p>O professor Mark Williams, do departamento de Geologia da Universidade de Leicester (Inglaterra), afirmou que a existência de alguns espécimes de fósseis, até agora desconhecida, na Antártida, demonstra que essa área do planeta era mais quente que é atualmente.</p>
<p><img class="alignleft" src="http://assets.wwf.org.br/img/antartica_13080.jpg" alt="" width="103" height="109" /></p>
<p>Para Williams, a descoberta destes fósseis demonstra que houve um esfriamento "s</p>
<p>ubstancial e muito intenso" do clima antártico, o que é um dado "importante para traçar a evolução da calota polar, fator-chave para entender os efeitos do aquecimento global", disse ele.<em> </em></p>
<p>______________________________________</p>
<h3><span style="color:#ff6600;">Para bom entendedor, meia palavra basta! </span></h3>
<h3><span style="color:#ff6600;"><span style="color:#008000;">Salve o Planeta !</span></span></h3>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Viagem ao mundo de Júlio Verne]]></title>
<link>http://ceticismo.wordpress.com/?p=1836</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 17:54:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>André</dc:creator>
<guid>http://ceticismo.wordpress.com/?p=1836</guid>
<description><![CDATA[Viagem ao Centro da Terra é, com certeza, uma das maiores obras de ficção científica já escrita]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img class="alignright" style="float:right;margin:4px;" src="http://ceticismo.net/wp-content/uploads/viagem_centro.jpg" alt="" width="250" height="257" />Viagem ao Centro da Terra é, com certeza, uma das maiores obras de ficção científica já escritas. Seu autor, o grande Júlio Verne, é considerado o Pai da Ficção Científica Moderna. Não, meu caro, ele não inventou este gênero literário. A FC (ou sua abreviatura em inglês SciFi) não foi algo que surgiu muito recentemente. Outros autores já tinham se aventurado em romances que usavam paradigmas científicos. Um deles era, nada mais nada menos, que Johann Kepler. Kepler ao que se tem notícia escreveu o primeiro conto de ficção científica em sua obra <em>Somnium</em>, onde ele narra uma viagem à Lua, quando seus personagens fazem uso de um “Elixir Especial”.</p>
<p style="text-align:justify;">Júlio Verne, tal qual Kepler, se baseou em muitos fatos científicos de sua época para construir seus romances, envoltos de aventura e fantasia. Este artigo é mais do que um simples chato que vai procurar erros e incorreções na obra (que por sinal está em cartaz nos cinemas com Brandon Fraser – com sua eterna cara de débil mental – e a maravilhosa Anita Briem). Vamos ver o que o escritor – que foi responsável por muitas crianças desejarem se tornar cientistas – reservou-nos em suas linhas. Peguem suas mochilas, calcem suas botas, segurem as cordas e desçam comigo a uma Viagem ao Mundo de Verne.</p>
<p><a href="http://ceticismo.net/2008/07/23/viagem-ao-mundo-de-julio-verne/">Read more »</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Colocar cal na água do mar reduziria CO2]]></title>
<link>http://ceticismo.wordpress.com/?p=1832</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 17:50:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Abbadon</dc:creator>
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<description><![CDATA[Acrescentar cal à água do mar poderia inverter de forma espetacular o acúmulo de CO2 na atmosfera]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img class="alignright" style="float:right;margin:4px;" src="http://ceticismo.net/wp-content/uploads/calcio.jpg" alt="" width="150" height="134" />Acrescentar cal à água do mar poderia inverter de forma espetacular o acúmulo de CO<sub>2</sub> na atmosfera, segundo um artigo publicado na revista britânica Chemistry &#38; Industry, da Sociedade da Indústria Química.</p>
<p style="text-align:justify;">A cal aumenta a alcalinidade da água do mar, elevando sua capacidade de absorver dióxido de carbono do ar e reduzindo a tendência de libertá-lo novamente, segundo o artigo. A idéia, que já foi proposta há 13 anos, foi rapidamente descartada, então, por ser cara e requisitar muitos recursos energéticos.</p>
<p><a href="http://ceticismo.net/2008/07/22/colocar-cal-na-agua-do-mar-reduziria-co2/">Read more »</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[TÉCNICAS DE DATACIÓN Y 'EMPIRISMO' EVOLUTIVO]]></title>
<link>http://jolimu.wordpress.com/?p=198</link>
<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 15:37:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>jolimu</dc:creator>
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<description><![CDATA[Para definir la teoría evolutiva como científica, se dice que es un fenómeno natural real, observ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-indent:15px;text-align:justify;color:#333399;">Para definir la teoría evolutiva como científica, se dice que es un fenómeno natural real, observable y 'comprobable empíricamente'. Pero lo empírico, es algo perteneciente o relativo a la experiencia, y, si se basan en hipotéticas edades eónicas de los fósiles, ¿a qué se refieren? Nadie ha estado presente en esas eras a las que se aluden; así que en realidad, lo que tenemos, no es una experiencia observable, sino 'una lectura convenientemente orientada', de los fósiles descubiertos, incluyendo ciertas bacterias bien preservadas, a las que se ha llegado a datar hasta con 3, 460 millones de años.</p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;color:#333399;">Llegado aquí, me siento obligado de nuevo a decir que los sistemas de datación usados no son eficaces. Las técnicas se usan según la edad que un 'mapa de edades geológicas predeterminado' señala. Así, utilizan carbono14, arqueomagnetismo, dendrocronologÍa, potasio-argón, huellas de fisión (esta última para 300.000/2.500.000 años)…</p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;color:#333399;">Sin embargo vemos que, por ejemplo, uno de los principios básicos del radiocarbono (C14), usado para el tema de los 'homínidos', no es correcto. Se pensó que la concentración de C14 en la atmósfera había permanecido constante; hoy sabemos que no es así, ha variado. Durante el auge de los ensayos termonucleares del siglo pasado, se adicionaron grandes cantidades de carbono a la atmósfera. Y casualmente, el método que demostró su inexactitud también se ha usado para calibrar las fechas radiocarbónicas: la Dendrocronología. Otra evidencia de contradicción entre ellas mismas.</p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;color:#333399;">Por otro lado, la técnica 'Datación por trazas de fisión', también conocida como método de las trazas de fisión espontánea, se sirve de los rastros de las trayectorias de partículas nucleares en un mineral, debido a fisión espontánea de impurezas de uranio 238. La edad se calcula determinando la razón entre las densidades de trazas de fisión espontánea y las de fisión inducida. Lo usan en micas, tectitas y meteoritos, en dataciones de 40.000 a 1 millón de años, intervalo no cubierto por las técnicas del C14  y del potasio-argón.</p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;color:#333399;">Pero se sabe que las rocas sometidas a altas temperaturas, (erupciones volcánicas) o a bombardeo gamma cósmico, inducen fechas erróneas; algo comprobado con la erupción del monte St. Helens, en 1980. En 1993, trece años después del suceso, el Dr. Steven Austin (geólogo graduado por la Universidad de Washington, Seattle, 1970; master en Ciencias en 1971, y Doctorado en 1979), junto a otros colaboradores, tomó una de las rocas de la ladera; con ella elaboraron tres muestras distintas: polvo, cristales, y fragmentos, que al ser sometida a la técnica Potasio-Argón, arrojaron edades que se diferenciaban entre sí, desde 0.35 ± 0.05 millones de años, hasta los 2.8 ± 0.6 millones de años en el caso de la que podría considerarse 'la más antigua del grupo'.</p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;color:#333399;">O sea, el mismo residuo originado 13 años antes, según esta técnica de datación arrojó variados resultados que oscilaron desde 350000 años, a 2.8 millones ± 60000 años. Así demostró ser de efectiva.</p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;color:#333399;">Lo mismo ocurre con un molusco calcáreo de supermercado; científicos creacionistas han hecho la prueba. Si ud. coge uno de ellos, lo deseca, y lo somete luego a cualquiera de estos métodos usados para el entorno del millón de años, el resultado no será una reprensión tal como: 'Ud. ha introducido una prueba errónea para este isótopo'… sino que le ofrecerá, dócilmente, un resultado acorde con lo esperado, según el isótopo usado. Y a esta 'docilidad' recurren los investigadores evolutivos, cuando esperan que 'la Ciencia' apoye sus conjeturas.</p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;color:#333399;">Así de sencillo; palabras rimbombantes tales como 'espectrometría de masas', (que conozco en persona: técnica con analizador multicanal, mediante cabezales detectores, que comparan en pantalla cuadriculada el espectro de varios isótopos al mismo tiempo), son solo un ardid para pardillos y gentes que se dejen impresionar por la docta palabrería.</p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;color:#333399;">Muchos científicos han reportado hallazgos de ADN en fósiles que se dice tienen millones de años. Aquí los hemos comentado; así como sus implicaciones en la creencia errónea, ampliamente asentida, de una Tierra vieja. Otros incluso declaran el reavivamiento de bacterias del intestino de una abeja, supuestamente de 15–40 millones de años de antigüedad. Y más recientemente, investigadores dicen haber revivido bacterias de rocas que se dice que tienen 250 millones de años.</p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;color:#333399;">Aunque en la actualidad hay clínicas que ofertan la posibilidad de guardar el ADN personal en casa, teóricamente para siempre, garantizando su esterilización, la química del ADN dice que en condiciones normales no puede durar millones de años, y muchos químicos dudan que se consiga almacenamiento ideal. Las declaraciones de hallazgos de ADN antiguo (no hablemos de bacterias antiguas intactas) ha sido causa de disputa. Los escépticos atribuyen los ‘hallazgos’ reportados de ADN a contaminación de muestras, o a la intrusión posterior de materia orgánica conteniendo ADN, en la formación geológica. De hecho, algunas declaraciones han sido invalidadas.</p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;color:#333399;">Un experto, Svante Pääbo, biólogo, especialista en genética evolutiva, y Director del Dep. de  Genética del Instituto de Antropología Evolutiva de Leipzig, halló que horas después de la muerte, el ADN se rompe en cadenas de 100-200 unidades de largo, que el agua, por sí misma, destruiría completamente en 50,000 años; y que la radiación del medio, por sí sola, borraría eventualmente la información de ADN, aún en ausencia de agua y oxígeno. Algo que se corrobora en las mutaciones debido al daño en el genoma, que ocurren incluso durante la vida celular, y causan ya 20000 enfermedades reconocidas.</p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;color:#333399;">Plantear presencia de ADN en pruebas datadas como eónicas, desafía el criterio de los químicos que saben que el ADN no puede sobrevivir millones de años. El siguiente reporte de la BBC News, señala la declaración de uno de los autores, William Grant:</p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;color:#333399;">"Hay gente bien conocida y respetada que cree que el ADN no puede sobrevivir más allá de 100,000 años. Los fundamentos químicos muestran que las uniones se separan. Pero tales expertos han basado su trabajo en ADN mantenido en líquidos relativamente diluidos, y poco se ha investigado sobre el comportamiento del ADN en soluciones extremadamente saladas’. Pensamos que la sal tiene propiedades particulares de preservación".</p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;color:#333399;">Como contraparte, los investigadores que niegan que el ADN pueda durar eones, han considerado la posibilidad de condiciones notables de conservación, y, aún así, ni siquiera aceptan la remota posibilidad de edades de millones de años para el ADN. Yo, aunque no soy químico, pienso que el tiempo haría frágil una cadena de bases nitrogenadas sustentadas por la vida celular, rompiéndola al faltar esta y reduciéndola a polvo inorgánico.</p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;color:#333399;">De modo que estamos ante la siguiente situación:</p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;color:#333399;">Un grupo de químicos esgrime razones fundadas para decir que el ADN no puede durar millones de años, y otro conjunto de científicos ha presentado evidencia sólida de haber hallado ADN dentro de estratos que consideran, tienen 425 millones de años.</p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;color:#333399;">Pero, de forma sugestiva, las secuencias de ADN difirieron de las bacterias conocidas hoy, en menos del 2%, con muchas de ellas menores al 1%. Suponiendo la edad del ADN en 425 millones de años, debería resultar contradictorio para la evolución, debido a la magnitud de tiempo sin grandes cambios (Paradoja confirmada en vertebrados terrestres y plantas),  pues las bacterias, con su gran población y corto tiempo de progresión, debieron evolucionar más rápido que las plantas y los animales.</p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;color:#333399;">Su teoría se complicó aun más. Las muestras, de Polonia, Tailandia y E.U. están datadas respectivamente en 11-16, 66-96 y 415-425 millones de años... y sus secuencias genéticas ¡podían agruparse juntas! Si la evolución y sus millones de años tuvieran algo de verdad, el grado de diferencia, comparado con la bacteria actual, debería ser enorme, mas no es así.</p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;color:#333399;">Los investigadores evolutivos usan el ‘reloj molecular’, para definir el grado de diferencia en el ADN de dos organismos, como medida de tiempo hacia un hipotético antecesor común. Pero con ese reloj, asumen un dato que niega la realidad: el rango de mutación ha sido constante a través del tiempo. Se sabe que esta depende de muchos factores cuya periodicidad no es posible calcular: temperatura, radiación, humedad, acidez, etc. Mucho del razonamiento evolucionista descansa fuertemente sobre esta noción del ‘reloj’. Los autores de esta publicación remarcaron:</p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;color:#333399;">"...es probable que algunos de estos organismos relacionados, y geográficamente distintos, han sido separados por millones de años, aunque compartan secuencias ADN muy similares. Esto da soporte al argumento de que el reloj molecular puede ser más lento en algunos linajes filogenéticos."</p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;color:#333399;">O sea, debido a su fe en edades ‘millonarias’, los autores esperaban que hubiera mayores diferencias entre el ADN bacterial ‘antiguo’ y el reciente. Así que, como solución a esta problemática final, ellos proponen que el reloj molecular (rango de mutación) debe haber caminado más despacio de lo esperado. Por supuesto, para quien sabe que la Creación no tiene millones, sino solo unos miles de años, este descubrimiento no encierra misterios. Y su 'reloj molecular' no puede ser manipulado para enmiendas convenientes.</p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;color:#333399;">En realidad, los datos hacen más consistente la preservación de ADN bacterial durante el Diluvio global, de un año de duración en tiempos de Noé, y distantes solo unos miles de años. Esto explicaría las increíbles (para los evolucionistas) similitudes en las secuencias, y que las 'especies' de Dios están tal cual la diseñó… solo algo afectada por las mutaciones.</p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;color:#333399;">La pregunta que surge ahora es: ¿que credibilidad tiene un ‘reloj’ que corre a disímiles velocidades 'filogenéticas', según convenga? No resulta más que otro instrumento para contar cuentos… como lo es la datación radiométrica.</p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;color:#333399;">No me cansaré de decir bien alto desde este blog, que la instrucción en los centros educativos acerca de un paso evolutivo alga-elefante, alga-roble, reptil-ave… simio-hombre, no es más que una teoría tendenciosa que ha hecho y está haciendo todo lo posible por desacreditar la Palabra que el propio Jesucristo en persona pronunciba mientras curaba dolencias de décadas, hacía que los cojos andaran, los ciegos vieran y los muertos resucitaran.</p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;color:#333399;">Jesús mencionó a Adán, a Moisés; habló de la razón del diluvio correctivo durante el tiempo de Noé, la posterior lluvia de fuego sufrida en Sodoma y Gomorra… y del definitivo y punitivo final que definiría el colofón de los tiempos de la carne: una vida sobre valorada por nosotros, pero muy limitada en el tiempo, pues su expectativa de 85 años (países desarrollados) representa solo una gota de agua en el océano de eternidad que nos inundará.</p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;color:#333399;">¿Podemos creer en las Palabras del resucitado? Debemos hacerlo, pues su promesa se cumplirá, querámoslo o no. Lo racional es poner al día nuestras cuentas con Él, aprovechando su oportunidad de enmienda y perdón de los pecados.</p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;color:#333399;">Y no quiero terminar sin hacer un último y muy importante comentario:</p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;color:#333399;">A Cristo le preocupan los ateos y los agnósticos, por lo lejos que están de Él; por eso encomienda a su pueblo que lleven la buena noticia del perdón hasta los últimos rincones de la tierra y hasta el último minuto… pero más aún le angustian los que se dicen creyentes y dudan de las palabras que dejó escritas para la posteridad.</p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;color:#333399;">Los que profesando el credo del Señor viven de espaldas a la fe, admitiendo que criterios de hombre anulen sus enseñanzas de Creación, sin recordar que hemos sido advertidos constantemente a través de su Palabra, con respecto a la mal llamada 'Ciencia', se juegan mucho al aliarse a 'razones' negadoras de Dios. Pensemos que toda autoridad se someterá a Él, y que solo será libre, el fiel que merezca libertad.</p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;color:#333399;">En la explosiva era tecnológica, algunos cristianos no logran romper esa barrera del "y no conoces" que aparece en la última advertencia al 'tibio' de Laodicea, tan manifiesta en nuestros días, haciendo más mal que bien a la iglesia, con una postura 'reverente' ante quien no merece reverencia, y negando la instrucción del propio Jesús:</p>
<p style="text-align:center;color:#333399;"><em>"...Sé fiel hasta la muerte,  y yo te daré la corona de la vida."</em> [Apocalipsis 2:10]</p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;color:#333399;">El séptimo mensaje a su Iglesia apocalíptica: Laodicea, puede inducir a pensar que, puesto que la actitud es tibia, no resulta ni muy mala ni muy buena, y es un pecado más bien leve. Frecuentemente se actúa y habla como si el cielo estuviese muy orgulloso de nosotros; pero el problema es grave si a la comprensión espiritual la margina el crecimiento científico del mundo: en la era cibernética, algunos leen la Biblia y se asocian con quien la maldice, constituyendo un cuadro espiritual patético a la vista del Señor, por poco combativo. Algún día miraremos hacia atrás, y veremos nuestra era como la edad de las tinieblas.</p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;color:#333399;">Según una reflexión cristiana que leí hace poco:<em> "El último continente inexplorado no es la Antártida, sino las profundidades interiores del alma de Laodicea. Esa enemistad latente que Cristo dice que no conocemos"</em></p>
<p style="text-indent:15px;color:#333399;text-align:center;"><em>'</em>**********</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Volcanes activos]]></title>
<link>http://agaudi.wordpress.com/?p=10395</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 13:27:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jordi Guzman</dc:creator>
<guid>http://agaudi.wordpress.com/?p=10395</guid>
<description><![CDATA[El gran blog The big Picture nos ha regalado en esta ocasión con una serie de imagenes de volcanes ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>El gran blog <a href="http://www.boston.com/bigpicture/" target="_blank"><strong>The big Picture</strong></a> nos ha regalado en esta ocasión con una serie de imagenes de <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Cono_compuesto" target="_blank"><strong>volcanes</strong></a> activos. La Tierra, por debajo de la corteza, esta en estado semi-liquido y las plataformas continentales flotan encima a la deriva, en los puntos en donde las plataformas colisionan (y en más sitios) es en donde surgen estas maravillas de la naturaleza, peligrosas y mortales, pero estéticamente bellísimas. Clic para ampliar.</p>
<p><a href="http://agaudi.wordpress.com/files/2008/07/volc1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-10396" src="http://agaudi.wordpress.com/files/2008/07/volc1.jpg" alt="" width="460" height="289" /></a></p>
<p>El volcán Llaima, en Chile, en erupción este 10 de julio pasado.</p>
<p><a href="http://agaudi.wordpress.com/files/2008/07/volc3.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-10397" src="http://agaudi.wordpress.com/files/2008/07/volc3.jpg" alt="" width="460" height="313" /></a></p>
<p>Imagen de la NASA de la caldera Okmok en la isla Umnak en Alaska, en julio de este año.</p>
<p><a href="http://agaudi.wordpress.com/files/2008/07/volc6.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-10398" src="http://agaudi.wordpress.com/files/2008/07/volc6.jpg" alt="" width="460" height="282" /></a></p>
<p>El Etna en plena erupción fotografiado desde la Estación Espacial Internacional en octubre de 2002.</p>
<p><a href="http://agaudi.wordpress.com/files/2008/07/volc8.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-10400" src="http://agaudi.wordpress.com/files/2008/07/volc8.jpg" alt="" width="460" height="310" /></a></p>
<p>El Monte Augustine en Alaska, en marzo de 2006.</p>
<p><a href="http://agaudi.wordpress.com/files/2008/07/volc10.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-10401" src="http://agaudi.wordpress.com/files/2008/07/volc10.jpg" alt="" width="460" height="340" /></a></p>
<p>El volcán <span class="bpMore"> Kliuchevskoi en Rusia fotografiado por el transbordador Endeavour en septiembre de 1994.</span></p>
<p><a href="http://agaudi.wordpress.com/files/2008/07/volc13.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-10402" src="http://agaudi.wordpress.com/files/2008/07/volc13.jpg" alt="" width="460" height="282" /></a></p>
<p>Otra imagen del volcán <span class="bpMore"> Kliuchevskoi.</span></p>
<p>Vía <a href="http://www.boston.com/bigpicture/2008/07/recent_volcanic_activity.html" target="_blank">The Big Picture</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Recursos Geológicos - Energia Nuclear]]></title>
<link>http://blacksmoker.wordpress.com/?p=232</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 09:22:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>blacksmoker</dc:creator>
<guid>http://blacksmoker.wordpress.com/?p=232</guid>
<description><![CDATA[Segundo a legislação portuguesa, entende-se por recursos geológicos &#8216;todos os bens de natur]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo a legislação portuguesa, entende-se por recursos geológicos 'todos os bens de natureza geológica existentes na crusta terrestre e que são passíveis de aproveitamento. Qualquer substância de natureza geológica [sólida, líquida ou gasosa], ou mesmo o calor geotérmico, pode ser classificada como recurso geológico. </p>
<p>O aproveitamento desses recursos depende da sua concentração na crusta terrestre, de modo a permitir a rentabilidade da sua exploração. Os recursos geológicos de um país existem na parte acessível da crusta terrestre e podem ser identificados ou não identificados. Denomina-se reserva um recurso geológico conhecido que possa ser explorado, quer do ponto de vista legal quer económico.</p>
<h3>Para que serve o urânio?</h3>
<p>Urânio =&#62; Energia = capacidade de trabalho</p>
[caption id="attachment_275" align="aligncenter" width="300" caption="null"]<a href="http://blacksmoker.files.wordpress.com/2008/07/yu-bike.jpg"><img class="size-medium wp-image-275" src="http://blacksmoker.wordpress.com/files/2008/07/yu-bike.jpg?w=300" alt="" width="300" height="277" /></a>[/caption]
<h3><a href="http://world-nuclear.org/education/uran.htm">O que é o urânio? Como Funciona? (Versão em inglês)</a></h3>
<ul>
<li class="bodycopy">Urânio é um metal muito pesado que pode ser utilizado como fonte energética muito concentrada.</li>
<li class="bodycopy">Ocorre na maioria das rochas em concentrações de 2 a 4 ppm (partes por milhão), sendo muito comum na crosta terrestre associado a estanho, volfrâmio e molibdénio. Ocorre na água do mar e pode ser removido dos oceanos.</li>
<li class="bodycopy">Foi descoberto em 1789 por Martin Klaproth, um químico alemão, num mineral chamado de Pecheblenda. O nome deriva de Urano, planeta descoberto oito anos antes.</li>
<li class="bodycopy">O urânio terá tido origem numa supernova há cerca de 6.6 bilioões de anos. Não é comum no Sistema Solar, mas o seu decaímento radioactivo é hoje uma fonte de energia do interior da Terra, sendo responsável pelas correntes de convecção e motor da Tectónica de Placas.</li>
<li class="bodycopy">A elevada densidade do Urânio tem inúmeras utilizações tecnológicas.</li>
<li class="bodycopy">O ponto de fusão do Urânio  1132°C.</li>
<li class="bodycopy">Símbolo químico U.</li>
</ul>
<h2><span style="color:#ff6600;">Urânio em Portugal</span></h2>
<p><a href="http://blacksmoker.files.wordpress.com/2008/07/urgeirica.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-269" src="http://blacksmoker.wordpress.com/files/2008/07/urgeirica.jpg?w=300" alt="" width="300" height="210" /></a></p>
<p>Mina da Urgeiriça (Portugal) - Para consultar um post antigo sobre esta mina portuguesa clique <a href="http://blacksmoker.wordpress.com/2008/04/13/ugeirica-requalifica-lixo-radioactivo/">aqui</a>.</p>
<p><a href="http://www.teachertube.com/view_video.php?viewkey=88b773325a13afcf63c5">http://www.teachertube.com/view_video.php?viewkey=88b773325a13afcf63c5</a></p>
<p> </p>
<p>A Iberian Resources, o Grupo Rio Narcea e duas outras empresas estrangeiras querem explorar urânio em Portugal. A subida acentuada, desde o final de 2004, das cotações do minério justifica o interesse. Para muitos, o ressuscitar da exploração é uma boa notícia para a economia nacional.</p>
<p>Portugal deixou oficialmente de produzir urânio em 2001. Em Abril de 2005, a Iberian Resources apresentou uma proposta ao Ministério da Economia para fazer prospecção e pesquisa no jazigo de Nisa, Portalegre. O Estado ainda não respondeu à solicitação da empresa de capitais australianos, que, segundo o DN apurou, poderá ver o seu pedido recusado.</p>
<p>Entretanto, duas outras empresas ainda sem sede em Portugal apresentaram projectos, não se sabendo quais os depósitos em vista. O representante do Grupo Rio Narcea, José Castelo Branco, diz apenas que o urânio interessa, não adiantando se já fez algum pedido à tutela nesse sentido.</p>
<p>O Governo não tem, ao que parece, uma posição sobre o assunto. "Não há ainda uma decisão de aceitação ou de total recusa", revelou, ao DN, fonte governamental, reconhecendo que a "barreira ambiental" poderá inviabilizar o reinício da exploração de urânio. A própria Direcção-Geral de Geologia e Energia, organismo responsável pela avaliação das propostas, não sabe como agir. "Tem de haver uma discussão, sem tabus e sem posições definidas à partida, sobre esta matéria", acrescenta.</p>
<p>O facto de parte da jazida de Nisa se situar em áreas das reservas Ecológica e Agrícola Nacional poderá pôr em causa a aprovação do pedido da Iberian, reconhece Luís Martins, considerando, no entanto, que este aspecto é, por si só, insuficiente para rejeitar o projecto.</p>
<p>Hoje é "perfeitamente possível compatibilizar, do ponto de vista técnico, a exploração com os aspectos ambientais", sobretudo numa altura em que as normativas europeias "sossegam todos os que ainda estão ensombrados pelos erros cometidos no passado", acrescenta o director do Departamento de Prospecção de Rochas e Minerais Não Metálicos do Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação (INETI).</p>
<p><strong>Não aproveitar esta oportunidade por questões ambientais seria, sublinha o geólogo, "obstar ao desenvolvimento económico". </strong></p>
<p>O preço do óxido de urânio triplicou desde 2000, altura em que atingiu o valor mais baixo em duas décadas. No início deste ano, as cotações chegaram aos 30,21 euros por libra (peso), equivalente a 66,46 euros por quilo. <strong>O que quer dizer que só em óxido de urânio, a jazida de Nisa vale mais de 43 milhões de euros.</strong></p>
<p>Foi, aliás, recorrendo a estas informações que a Iberian fundamentou o seu pedido. "Propusemos, em linhas gerais, a reavaliação e confirmação dos dados existentes, passando-se para uma fase de estudos metalúrgicos e de pré-viabilidade económica", explica, ao DN, João Carlos de Sousa, <em>country manager</em> da empresa de capitais australianos, detentora de contratos de prospecção e pesquisa para ouro em Évora, Montemor-o-Novo, Alter do Chão e Arronches.</p>
<h4><span style="color:#ff9900;">Empurrão à economia nacional</span></h4>
<p>Se não surgirem condicionantes "intransponíveis" à exploração, João Carlos de Sousa diz que a indústria extractiva pode impulsionar a economia nacional, "com a criação de mais emprego em zonas geralmente desfavorecidas e com o aumento da sua contribuição para o PIB". Contudo, para que isso aconteça é fundamental que haja uma política "clara e séria para a prospecção e pesquisa", adverte Luís Martins, criticando a ausência de resposta aos pedidos de licenciamento que ao governo vão chegando "Ainda não se definiu se queremos atrair ou não investimento para esta indústria". Luís Viegas, antigo administrador da extinta Empresa Nacional de Urânio (ENU), denuncia que, não raras vezes, a "preservação ambiental é pretexto para beneficiar interesses instalados".</p>
<p>Faltam incentivos e vontade de aligeirar entraves. É preciso, acima de tudo, que a actividade mineira tenha capacidade para constituir um "<em>cluster</em> forte que faça frente ao lobie ambiental", afirma, por outro lado, Luís Martins.</p>
<p>Uma política de incentivo, que passe, designadamente, pela atribuição de benefícios fiscais às empresas mineiras, e o ajustamento da legislação que regula o sector à realidade são algumas das "fórmulas mágicas" sugeridas pelo geólogo para dar vida à indústria mineira.</p>
<p><strong><span style="color:#ff9900;">O maior jazigo inexplorado</span></strong></p>
<p><strong>Esta mina (que equivale a cerca de 60% do potencial do Alto Alentejo) foi, em tempos, a <em>menina dos olhos</em> da ENU. Nisa tem o maior jazigo inexplorado alguma vez descoberto em território nacional, estando o seu potencial estimado em quase 6,3 milhões de toneladas de minério não sujeito a qualquer tratamento, 760 mil toneladas de minério seco e cerca de 650 mil quilos de óxido de urânio. O Empreendimento Mineiro de Nisa, como era designado, ocuparia uma área de 70 hectares e empregaria mais de 70 pessoas. A laboração estender-se-ia por seis anos, ao longo dos quais exploraria cerca de um milhão de toneladas por ano. O investimento necessário previsto era, então, de cinco milhões de euros (1,5 milhões para a lavra mineira, perto de três milhões para o tratamento do minério e cerca de um milhão para infra-estruturas e ambiente). Valores que não estarão totalmente desactualizados.<br />
</strong><br />
Luís Martins não duvida da viabilidade económica dos depósitos de Nisa. Delfim Carvalho, presidente da Empresa de Desenvolvimento Mineiro, diz que são os "únicos que poderão, em contexto muito favorável, vir a oferecer hipóteses para exploração". Mas o responsável do INETI aponta ainda outros potenciais locais para reiniciar a exploração do recurso, como a Urgeiriça, Cunha Baixa (ambas na zona de Viseu) e Horta da Vilariça (Bragança). </p>
<p>Fonte : <a href="http://dn.sapo.pt/2006/01/19/economia/uranio_alta_novo_folego_a_jazidas_na.html">http://dn.sapo.pt/2006/01/19/economia/uranio_alta_novo_folego_a_jazidas_na.html</a></p>
<h3><span style="color:#ff9900;">Minas abandonadas em Portugal. Risco em zonas de minas de urânio</span></h3>
<p>Num momento em que se admite reiniciar a exploração de urânio em Portugal desponta a questão da reabilitação das minas abandonadas. Um processo lento e que, decorridos mais de quatro anos desde a sua apresentação pública, pelo então ministro do Ambiente, José Sócrates, pouco ou nada avançou. O DN sabe que o Governo corre o risco de perder o financiamento comunitário para o projecto. A justificação é consensual desperdiçou-se tempo.</p>
<p>Delfim Carvalho, presidente da Empresa de Desenvolvimento Mineiro (EDM), responsável pe- la recuperação ambiental das escombreiras, aponta várias razões para o atraso. Desde logo, o facto de o POE/PRIME só ter sido aprovado em Abril de 2002 e de, no âmbito desta medida, “não terem sido acauteladas, por quem de direito, as verbas que eram necessárias para o avanço dos projectos das minas de urânio”.</p>
<p>Os exigidos, por parte do Ministério do Ambiente, “sucessivos” estudos e declarações de impacte ambiental consumiram, por si sós, mais de um ano, atrasando repetidamente a adjudicação de obras. Na opinião de Luís Martins, do INETI, o que correu mal foi a “instalação de um sistema de controlo altamente burocrático e ineficaz”, que permitiu a consumação de apenas um (Jales) dos quase 20 estudos realizados.</p>
<p>A tutela tem vindo a “arranjar para cada solução novos problemas”, denuncia aquele responsável, lamentando que existam projectos de reabilitação “feitos há muito tempo e que nunca passaram à realidade”.</p>
<p>No entanto, já em 1996 estas e duas outras escombreiras, Quinta do Bispo e Vale de Abrutiga, eram apontadas como “situações potencialmente muito graves, que urge serem resolvidas de imediato”, lê-se no Plano Estratégico de Ambiente, a que o DN teve acesso.</p>
<p>O relatório, encomendado pela antiga Empresa Nacional de Urânio, recomendava que fosse feito, “já em 1997″, um esforço de investimento, na ordem dos 65 mil contos (cerca de 325 mil euros), para implementar um “conjunto de acções prioritárias”. Mas nenhuma delas sofreu, até hoje, qualquer intervenção. Desde então, foram apenas requalificadas as explorações de ouro de Jales, em Vila Pouca de Aguiar, e de cobre de S. Domingos (ainda não concluída), em Mértola. A EDM espera intervir, até 2012, em cerca de meia centena de escombreiras, mas há, em todo o País, 175 áreas afectadas pela exploração mineira antiga.</p>
<p>Luís Viegas, antigo administrador da ENU, sublinha que 75% do financiamento era então assegurado por fundos comunitários. Mas “as verbas não foram utilizadas e não sei se ainda podem ser”.</p>
<p>Permanece uma pergunta o que foi feito dos 50 milhões de euros canalizados, em 2001, pelo Programa Operacional da Economia para este projecto; dos 35 milhões locados, em Fevereiro de 2005, pelo ex-ministro das Actividades Económicas, Álvaro Barreto, para intervenções em cerca de 30 minas de urânio desactivadas; e dos 70 milhões (10,5 milhões garantidos) anunciados, cinco meses depois, pelo actual secretário de Estado adjunto da Indústria e da Inovação para a reabilitação das 61 minas de urânio?<br />
Fonte : http://dn.sapo.pt/2006/01/19/economia/minas_abandonadas_esperam</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[De novo, Energia Nuclear em Portugal]]></title>
<link>http://blacksmoker.wordpress.com/?p=224</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 09:17:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>blacksmoker</dc:creator>
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<description><![CDATA[Em discussão. O aumento do preço do petróleo e de outros combustíveis dá o mote para um novo de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;">Em discussão. O aumento do preço do petróleo e de outros combustíveis dá o mote para um novo debate sobre o nuclear. As declarações do governador do Banco de Portugal deram um impulso.</p>
<p style="text-align:left;">Mas o momento político também ajuda. Nuclear: sim ou não? A velha questão voltou a estar na ordem do dia.</p>
<p>As declarações do Governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio, quando, a terça-feira, apresentou as previsões da instituição para a economia portuguesa, deram um impulso à discussão. Mas o preço do petróleo é a raio que dá força a este debate, com alguns políticos e empresários a defenderem o nuclear como a solução para s problema da dependência petrolífera do país e outros a dizerem que ao é por aí que passa o futuro do sector energético português. Contudo, os custos das emissões de CO2 que o sector electroprodutor está a pagar também não é alheio a tudo isto.</p>
<p>E o momento político em Portugal também ajuda. <strong>Pedro Sampaio Nunes, o responsável da Energia Nuclear de Portugal - a empresa criada, há cerca de três anos, pelo empresário Patrick Monteiro </strong>de Barros para desenvolver o projecto de uma central nuclear no País - diz que não tem dúvidas que aquele vai ser um assunto a debater na campanha eleitoral das próximas legislativas a realizar em 2009. Na sua opinião, as declarações de Vitor Constâncio são também um sinal de uma certa mudança de atitude face a este assunto dentro do próprio Partido Socialista (PS).</p>
<p> </p>
<p>Na realidade, ainda no início deste mês, a propósito da "crise" dos combustíveis, o PS sugeriu, na comissão de Assuntos Económicos da Assembleia da República, que os deputados visitassem no próximo ano parlamentar a central nuclear de Almaraz, em Espanha, e que visitassem outras unidades de produção de energia renovável. Vítor Constâncio falou da necessidade de se estudar a alternativa do nuclear como uma, entre outras, que poderá contribuir para a redução da dependência de Portugal, um problema que está a criar sérias consequências para a economia nacional. E as reacções não se fizeram esperar. Desde logo, o Governo, pela voz de Pedro Silva Pereira, Ministro da Presidência, esclareceu, que tal como o primeiro-ministro, José Sócrates,tem vindo a dizer, este assunto não faz parte da agenda do Executivo, pelo menos até ao final da legislatura. Mas o socialista João Soares acrescentou que esta deve ser uma alternativa a estudar.</p>
<p>Quem não reagiu bem foram os ambientalistas. E um dos responsáveis pela elaboração do programa do Governo para a Energia, Oliveira Fernandes, prefere pensar que Vítor Constâncio só fez "aquelas afirmações por lapso".</p>
<p><strong>Não é só em Portugal que o nuclear está a ser discutido. </strong>Também a nível internacional a questão tem merecido a atenção de vários responsáveis do sector energético, entre os quais o director executivo da Agência Internacional para a Energia que disse, recentemente, que são precisas mais 32 centrais nucleares no mundo para se reduzir a dependência do petróleo.</p>
<p>(Diário de Notícias – Quinta-feira. 17 de Julho de 2008)</p>
<div class="snap_preview">
<h4><span style="color:#ff6600;">Central Nuclear de "Patrick" - Objectivo : Central nuclear para Portugal está prevista há 3 anos</span></h4>
<p>Em 2005, o empresário Patrick Monteiro de Barros apresentou um projecto para a construção de uma central nuclear no país, com uma potência instalada de 16OO mega-watts, a construir em sete anos.<br />
Um investimento, na altura de 3,5 mil milhões de euros. Mas que, segundo as contas mais recentes da empresa criada para o desenvolver, a Energia Nuclear de Portugal, já subiu para 4 mil milhões de euros .”</p>
<p>Porque entretanto tudo aumentou, incluindo o aço”, explicou ao DN Pedro Sampaio Nunes, o homem que fala em nome da sociedade anónima criada para o efeito.</p>
<p>O projecto, que visava ainda a recuperação das minas de urânio da Urgeiriça, permitia, segundo os seus promotores, a criação de 3OO postos de trabalho directos.</p>
<p>Na fase de construção, envolveria cerca de 3 OOO trabalhadores, explicou Pedro Sampaio Nunes. “A intenção de construir a central mantém-se e o projecto continua a ser actualizado”, assegurou aquele responsável, adiantando que a empresa já tem várias localizações estudadas, para a central, mas não as quer revelar. Agora, conclui, a central tem ainda mais condições para ser rentável.</p>
<p><strong><span style="color:#ff6600;">O que é uma central nuclear? Como Funciona?</span></strong><br />
<span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/fjgdgAhOzXQ'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/fjgdgAhOzXQ&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span>&#60;/</p>
<h4><span style="color:#ff6600;"><strong>Não é só em Portugal que o debate sobre o nuclear está latente.</strong></span></h4>
<p>Segundo dados coligidos pela World Nuclear Association (WNA), há neste momento onze países em vários continentes que não têm qualquer central nuclear em laboração ou construção - ou sequer decidida a nível político - mas nos quais existem projectos de viabilização futura deste género de energia. O rol dos que pretendem aderir ao nuclear civil (para produção de energia eléctrica) vai desde o Irão ao Egipto, passando pela, Indonésia, Tailândia ou Vietname. Bangladesh, Bielorrúsia e Turquia são os restantes. Portugal, até ver, não faz parte das estatísticas da WNA. Israel e Coreia do Norte são os restantes países citados pela WNA como não fazendo uso da sua capacidade nuclear para produzir electricidade. A maior parte dos países que já tem centrais produtoras de energia nuclear quer construir mais. As excepções à regra são a Espanha - que está a desactivar paulatinamente a sua rede de centrais - a Holanda e a Suécia. De resto, dos 30 países que actualmente têm centrais nucleares em funcionamento, 17 programou já a construção de uma ou várias. Nesta núcleo estão a França, Finlândia, Suíça, Eslováquia,Ucrânia, Roménia, Bulgária e Rússia, só para falar dos europeus. A eles se juntam Brasil, Argentina, Canadá, Estados Unidos, índia, Japão, Coreia do Sul, China e Paquistão.</p>
<p style="text-align:left;">Nos últimos três anos, apenas três países a nível mundial decidiram desactivar algumas das suas centrais. Trata-se da Espanha, Suécia e China.<br />
No entanto, neste último caso, as que deixaram de produzir foram substituídas por outras centrais mais modernas. Actualmente, existem no Mundo 13 novos projectos para produzir mais eficazmente energia nuclear.</p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#ff6600;"><strong>Centrais nucleares em funcionamento na Europa</strong></span></p>
<h2 style="text-align:left;"><a href="http://blacksmoker.files.wordpress.com/2008/07/mapa-das-centrais1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-287" src="http://blacksmoker.wordpress.com/files/2008/07/mapa-das-centrais1.jpg" alt="" width="449" height="366" /></a></h2>
</div>
<p><strong><span style="color:#ff6600;">Duas Opiniões - Energia Nuclear? Talvez...</span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#ff9900;">Nuclear? Sim Obrigado!</span></strong></p>
<p><a href="http://blacksmoker.files.wordpress.com/2008/07/a-favor1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-290" src="http://blacksmoker.wordpress.com/files/2008/07/a-favor1.jpg" alt="" width="450" height="313" /></a></p>
<p><span style="color:#ff9900;"><strong>Nuclear? Não Obrigado!</strong></span></p>
<p><a href="http://blacksmoker.files.wordpress.com/2008/07/nuclear_preview.jpg"></a><a href="http://blacksmoker.files.wordpress.com/2008/07/contra1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-291" src="http://blacksmoker.wordpress.com/files/2008/07/contra1.jpg" alt="" width="450" height="291" /></a></p>
<p><span style="color:#ff9900;"><strong>Um icon dos anos 80!!!</strong></span></p>
<p><a href="http://blacksmoker.files.wordpress.com/2008/07/nuclear_preview.jpg"><img class="size-full wp-image-292" src="http://blacksmoker.wordpress.com/files/2008/07/nuclear_preview.jpg" alt="" width="226" height="240" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vulcanismo (Lahars - mudflows, Hot Spots, etc) ]]></title>
<link>http://blacksmoker.wordpress.com/?p=177</link>
<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 09:29:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>blacksmoker</dc:creator>
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<description><![CDATA[Lahars
 

Os lahars são avalanches de lodo formados pela fluidificação de materiais vulcânicos ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h2>Lahars</h2>
<p> </p>
<p>[slideshare id=514921&#38;doc=deadly-lahars-from-nevado-del-ruiz-colombia-1216200397803458-9&#38;w=425]</p>
<p>Os lahars são avalanches de lodo formados pela fluidificação de materiais vulcânicos saturados de água. Comportando-se como um fluido viscoso e de muito alta densidade, os lahars seguem o percurso de menor energia potencial, pelo que o seu curso é ditado pela topografia, em geral seguindo os vales dos cursos de água. A lama que forma o lahar tem a consistência do betão fresco, mantendo um elevado grau de fluidez quando em movimento, mas solidificando e perdendo água quase instantaneamente quando parada. Estas características reológicas permitem aos lahars uma grande velocidade de deslocamento e grande capacidade de penetração nos espaços vazios, o que leva ao rápido enchimento por material sólido de todas as cavidades que encontre no seu percurso. A elevada densidade do fluido formado permite o transporte de grandes massas rochosas que flutuam na lama e são arrastadas a alta velocidade como se de material leve se tratasse. Dessa propriedade dos lahars resulta o aparecimento nas paisagens vulcânicas de grandes rochas isoladas, deixadas pelo enfraquecimento da capacidade de transporte do lahar, normalmente pela dispersão e perda de velocidade e profundidade da lâmina de lama devido ao largamento da zona recoberta. Um exemplo notável deste efeito dos lahars é a presença de gigantescos blocos traquíticos, com cerca de 8-10 m de altura e pesando alguns milhares de toneladas, isolados no planalto existente acima do lugar da Caparica, Biscoitos, na ilha Terceira. Aqueles blocos foram ali deixados por um gigantesco lahar que se formou há cerca de 25 000 anos durante a última grande erupção do Pico Alto (Terceira).</p>
<p>Em resultado da grande densidade do fluido, e da sua velocidade, os lahars têm um enorme poder erosivo, arrancando por abrasão grandes volumes de material geológico às zonas atravessadas, transportando-o e integrando-o num processo de avalanche que permite o crescimento da massa em movimento, alimentando assim o lahar. Os lahars podem deslocar-se a velocidades muito elevadas, podendo, quando o declive dos terrenos seja elevado e viscosidade seja reduzida, ultrapassar os 100 km/h (30 m/s).</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/lMNlijm6xk4'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/lMNlijm6xk4&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p><strong>Os Lahar podem ser gigantescos:</strong><br />
um lahar que ocorreu há 5 600 anos em Osceola, ao longo do vale do rio White, durante uma erupção do Monte Rainier (Estado de Washington), produziu uma camada de lodo com 180 m de profundidade e recobriu uma área de 320 km2.<br />
O grande lahar que destruiu Vila Franca do Campo na noite de 21 para 22 de Outubro de 1522 (a famigerada subversão de Vila Franca), causando milhares de mortos, recobriu de lama e pedras cerca de 3,5 km2 de terreno. Nos Açores existem muitas centenas de formações geológicas identificadas como tendo sido formadas por lahars, alguns recobrindo grandes áreas, como é caso do lahar que a partir da zona do Pico Rachado desceu ao longo da Ribeira de São Roque, nos Altares, Terceira, percorrendo mais de 6 km até ao seu termo.</p>
<p><strong>Causas dos lahars</strong></p>
<p>Existindo declive suficiente e abundância de água e material vulcânico solto, em particular piroclastos de baixa densidade (como as bagacinas ou terrenos argilificados por efeito hidrotermal), os lahars podem ser desencadeados, entre outras, pelas seguintes causas:<br />
 Elevada e persistente chuva durante uma erupção vulcânica, o que é comum já que a presença de cinzas vulcânicas finas na atmosfera, que actuam como núcleos de condensação, e a coluna de ar ascendente formada em torno do vulcão propiciam a formação de grandes nuvens de desenvolvimento vertical (cúmulos) que geram chuva intensa e trovoada;</p>
<p> A ruptura de diques formados por materiais vulcânicos provenientes da erupção em cursos de água existentes nas proximidades de um vulcão activo;</p>
<p> A ruptura de lagos formados em crateras ou por retenção de cursos de água;</p>
<p> Os deslizamentos de camadas piroclásticas saturadas de água desencadeados por sismos, mesmo quando de pequena magnitude;</p>
<p> Os movimentos de massa de origem gravítica resultantes da instabilização de encostas devido a chuvas abundantes;</p>
<p> A fusão de neve ou gelo (glaciar) desencadeado pela presença de gases quentes ou de fluxos piroclásticos. Um caso específico é a formação de zonas de fusão em glaciares, recebendo o nome islandês de jökulhlaup.</p>
<p><strong>Efeitos sobre a protecção civil</strong></p>
<p>Os lahars podem ser extremamente perigosos devido à sua energia e velocidade. Um grande lahar pode percorrer muitos quilómetros à velocidade de algumas dezenas de metros por segundo, destruindo inexoravelmente tudo à sua passagem e deixando muito pouco tempo para a fuga. Por essa razão os lahars são uma das principais preocupações de protecção civil nas regiões vulcânicas, em particular nas zonas onde existem espessas camadas piroclásticas e abundância de água. Um dos grandes desastre naturais do século XX foi causado pelos lahars formados durante a erupção do Nevado del Ruiz, Colômbia, em 1985, os quais mataram cerca de 25 000 pessoas na cidade de Armero, a qual ficou enterrada sob 8 m de lama e rochas. Recentemente na ilha de Leyte, Filipinas, um lahar soterrou uma aldeia e provocou mais de um milhar de mortos.</p>
<p>Entre muitos outros, foram causados por lahars os seguintes desastres:</p>
<p> A subversão de Vila Franca, a 22 de Outubro de 1522 (cerca de 5 000 mortos);</p>
<p> O descarrilamento de Tangiwai, na Nova Zelândia, em 1953 (120 mortos);</p>
<p> A destruição de Armero, Colômbia, em 1985 (25 000 mortos);</p>
<p> O desastre da Ribeira Quente, Açores, em Outubro de 1997 (29 mortos). Povoações situadas nas proximidades de formações piroclásticas são locais de risco. Por isso algumas destas comunidades (Pierce County, Estado de Washington, nos Estados Unidos e Mount Ruapehu, na Nova Zelândia) já instalaram, ou planeiam instalar, sistemas de alerta contra deslizamentos de terra, consistindo num conjunto de sensores de vibração colocados a montante, complementados por um sistema de alarme ligado a sirenes.</p>
<p>Fontes :</p>
<p><a href="http://volcanoes.usgs.gov/Hazards/What/Lahars/lahars.html">http://volcanoes.usgs.gov/Hazards/What/Lahars/lahars.html</a><br />
<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Lahar">http://en.wikipedia.org/wiki/Lahar</a></p>
<h3>Movimentos de Massa (Movimentos de Vertente)</h3>
<p>Consultar o site do <a href="http://w3.ualg.pt/~jdias/GEOLAMB/GA4_MovMassa/GA43_tipos/Tipos.html">Prof Dr. J. Alveirinho Dias</a></p>
<p> </p>
<h3>Risco Vulcânico</h3>
<p> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">"A Geological hazard is a geological condition, process or potential </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">event that poses a threat to the heath, safety, or welfare of a group </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">of citizens or the functions or economy of a community or a larger </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">governmental entity" <em>US GS, 1974</em></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:&#34;"><em><span style="font-size:small;color:#ff0000;">Neste powerpoint do Prof. Dr. J.A. Dias é possivel compreender a Perigosidade e o Risco Vulcânico.</span></em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"> [slideshare id=522975&#38;doc=geosoc0506aula10-1216684581669435-8&#38;w=425]</p>
<p><!--EndFragment--> </p>
<h2>Hot Spots (Plumas Térmicas)</h2>
<p>  </p>
<div><span style="font-size:medium;"></p>
<div><span style="font-size:medium;"><strong><a href="http://blacksmoker.files.wordpress.com/2008/07/prominent_hotspots.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-434" src="http://blacksmoker.wordpress.com/files/2008/07/prominent_hotspots.png" alt="" width="485" height="396" /></a> </strong></span></div>
<p> </p>
<p><font size="4"></p>
<div><span style="font-size:medium;font-family:Verdana,Verdana;"><strong><span style="font-size:small;"></p>
<div><strong><span style="font-size:small;">Pontos quentes</span></strong></div>
<p> Hot spots, são locais em que ocorre o manto superior de temperatura mais alta do que outras regiões. Considera-se que a anomalia térmica é devido à ascensão de convecção térmica do manto, denominado pluma quente.<br />
Em regiões oceânicas, encontram-se vulcanismos basálticos de composição alcalino-olivinica e toleítica. Em regiões continentais, observam-se vulcanismos de basalto toleítico, álcalino-olivina, fonolítico e carbonatítico. Observa-se um que assinala o movimento da placa tectónica sobre o ponto quente.<br />
A teoria dos pontos quentes foi postulada por J. Tuzo Wilson em 1963 para explicar a existência de cadeias de vulcões formando linhas coincidentes com a direcção geral de movimento das placas sobre as quais assentam e teve como modelo o arquipélago do Hawai.<br />
Nestas áreas os vulcões parecem indiciar a passagem da crosta terrestre sobre uma pluma de material magmático, essencialmente no manto terrestre, que ao ascender à superfície origina sucessivos edifícios vulcânicos.A origem das plumas mantélicas foi durante muito tempo atribuída à formação de uma estrita coluna ascendente de material mais quente desde a zona de fronteira entre o manto e o núcleo terrestre que ascenderia até à superfície. Dados recentes colocam em causa a existência destas estruturas profundas, apontando como origem das plumas a formação de zonas estáveis de convecção térmica nas camadas mais externas do manto terrestre.<br />
Estão identificados cerca de 50 pontos quentes na Terra, a maioria dos quais associada à presença de ilhas oceânicas, tais como os Açores, a Madeira, Cabo Verde, a Islândia, o Hawai e a Reunião, e de cadeias vulcânicas como as de Yellowstone e do Monte Camarões.<br />
A partir da década de 1930 Holmes aventou a ideia da movimentação do manto motivada por diferenças térmicas, que dão origem a correntes de convecção num meio sólido, porém dotado de plasticidade, com elevado grau de viscosidade, que caracteriza o manto superior. Tais ideias têm em comum que os movimentos verticais e horizontais da litosfera são originados por correntes e deslocamentos de massas que se substituem mutuamente nas profundidades, situadas abaixo da delgada crosta terrestre. Os blocos siálicos seriam afectados por estas correntes, podendo ser arrastados pelo fluxo horizontal que se desliza por baixo, ou mesmo soerguidos ou abatidos, conforme a direcção destas correntes. Essa teoria está directamente ligada à teoria da migração continental.<br />
A película terrestre é insignificante em relação às regiões profundas, gigantescas. Tendo a crosta uma constituição pouco rígida, é por isso relativamente sensível às correntes profundas, cuja natureza é admitida como sendo de diversas causas.<br />
Acredita-se que esse processo funcione de uma forma parecida com a seguinte: as massas profundas ao receberem um aumento térmico, proveniente das maiores profundidades do manto ou da desintegração radioactiva, sofrem, por conseguinte, um impulso para subir, segundo o princípio de Arquimedes. Por outro lado as mais elevadas condensam-se e tendem a afundar.</p>
<p><a title="magma.jpg" href="http://blacksmoker.wordpress.com/files/2007/12/magma.jpg"><img src="http://blacksmoker.wordpress.com/files/2007/12/magma.thumbnail.jpg" alt="magma.jpg" /></a><a href="http://www.wwnorton.com/college/geo/egeo2/content/animations/2_6.htm">http://www.wwnorton.com/college/geo/egeo2/content/animations/2_6.htm</a></p>
<p> </p>
<p></span></strong></span></div>
<p></font></span></p>
<div>
<h3>Imagens de Vulcanismo</h3>
<p><a href="http://www.bergoiata.org/fe/volcans/10.htm">http://www.bergoiata.org/fe/volcans/10.htm</a></p>
<h3>Erupção da Serreta (Açores, Portugal)</h3>
<p><a href="http://serreta-creminer.fc.ul.pt/index35bc.html?sectionid=4&#38;menuid=17">http://serreta-creminer.fc.ul.pt/index35bc.html?sectionid=4&#38;menuid=17</a></div>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Exame Nacional de Biologia e Geologia - 2ª fase - prova e critérios]]></title>
<link>http://biogeo2.wordpress.com/?p=324</link>
<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 02:02:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Catarina Reis</dc:creator>
<guid>http://biogeo2.wordpress.com/?p=324</guid>
<description><![CDATA[Podem aceder à prova e respectivos critérios do Exame Nacional de Biologia e Geologia (2ª fase) d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Podem aceder à prova e respectivos critérios do Exame Nacional de Biologia e Geologia (2ª fase) de 2008, AQUI!</p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://biogeo2.wordpress.com/files/2008/01/image0014.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-139" src="http://biogeo2.wordpress.com/files/2008/01/image0014.gif" alt="" width="125" height="70" /></a></p>
<p>Biologia e Geologia - 702 - <a href="http://biogeo2.wordpress.com/np3content/?newsId=205&#38;fileName=Biol_e_Geol702_V1_P2_08.pdf">Prova</a> - <a href="http://biogeo2.wordpress.com/np3content/?newsId=205&#38;fileName=Biol_e_Geol702_V1_CC2_08.pdf">Critérios</a></p>
<p>ou directamente no GAVE: <a href="http://www.gave.min-edu.pt/np3/205.html">http://www.gave.min-edu.pt/np3/205.html</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Costa Portuguesa - Uma viagem pela Geologia do litoral do Continente]]></title>
<link>http://blacksmoker.wordpress.com/?p=174</link>
<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 14:25:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>blacksmoker</dc:creator>
<guid>http://blacksmoker.wordpress.com/?p=174</guid>
<description><![CDATA[
Foto - O meu companheiro de viagens nas dunas da Apúlia
Etapa 1- De Caminha a Viana do Castelo
O l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size:small;"><a href="http://blacksmoker.files.wordpress.com/2008/07/p1020102.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-175" src="http://blacksmoker.wordpress.com/files/2008/07/p1020102.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></span></div>
<div><span style="font-size:small;"><span style="font-size:small;color:#999999;">Foto - O meu companheiro de viagens nas dunas da Apúlia</span></span></div>
<p><span style="font-size:small;color:#999999;"><strong><span style="font-size:small;color:#ff6500;">Etapa 1- De Caminha a Viana do Castelo</p>
<p></span></strong><span style="font-size:small;font-family:Verdana,Verdana;">O litoral português pode dizer-se quase rectilíneo, pouco recortado, sem grandes reentrâncias, com troços extensos de praias, baixas e arenosas, embora, às vezes, semeadas de escolhos. Do interior, existe, quase sempre, arriba, actual ou fóssil, próxima ou afastada.Os poucos relevos da região litoral dispõem-se perpendicularmente à linha de costa (como acontece com as serras da Boa Viagem, de Sintra, etc.), o que lhe dá carácter atlântico.</p>
<p>Trata-se, em quase toda a extensão, de costas de erosão, talhadas pelo mar, embora se notem, de onde a onde, influências tectónicas e estruturais.</p>
<p>Em alguns pontos da orla litoral há grandes acumulações de areias de duna; às vezes, formam relevos de certa importância. Em contraste com o litoral das rias da Galiza — em que os vales fluviais foram invadidos pelo mar, em virtude de movimento de afundamento do continente -a costa minhota é direita e seguida, ora baixa e arenosa, ora rochosa e com pequenas arribas. Em frente da foz do rio Minho emerge a Insua de Caminha, com o seu pequeno forte. De longe a longe, a acumulação de areias liga-a à praia do Moledo, originando verdadeiro tômbola. À concha de Moledo segue-se trecho de costa rochosa, granítica.</p>
<p>Em Âncora e Afife o litoral é de praia, mas em Montedor volta a ser de rochedos e arribas.</p>
<p>Visita em : <a href="http://nunocorreia.jalbum.net/Costa%20de%20Viana%20do%20Castelo%20(Portugal)/">aqui</a>. </p>
<p></span><strong><span style="font-size:small;color:#ff6500;">Etapa 2 - Da Foz do Lima à Foz do Leça</p>
<p></span></strong><span style="font-size:small;font-family:Verdana,Verdana;">Até a foz do Cávado, a costa é baixa, arenosa, embora, às vezes, semeada de cachopos. Arriba fóssil, bem marcada, limita, do interior, a plataforma litoral quaternária e em que se distinguem diversos níveis de praias antigas. Esta plataforma, que se estende até Caminha, penetra ao longo do vale do Cávado, em direcção a Barcelos, assinalando a antiga foz deste rio. Em muitos locais, ao longo deste litoral, acumulam-se as areias de dunas, que penetram, às vezes, bastante para dentro do território. Cobrem, por exemplo, o alto do monte do Faro de Anha. Entre a foz do Cávado e a Apúlia o litoral é arenoso, acompanhado por medos, destacando-se, no mar, seguindo a linha de costa, a curta distância, os célebres Cavalos de Fão, rosário de rochedos à flor da água, que são o prolongamento das bancadas de quartzitos ordovícicos de S. Félix de Laundos — Apúlia. Daqui à Póvoa do Varzim a costa é baixa e de areia, mas semeada de rochedos granítico-gnáissicos até a foz do Ave. Depois, até Leixões, o litoral é ora de praia baixa, ora arriboso e de penedia, salientando-se nos rochedos, polidos pelas vagas, belas estruturas migmatíticas (Vila Chã, Angeiras, etc.). Mantêm-se as mesmas características até a foz do rio Douro. Neste rio, de vale apertado até a foz, destaca-se o grande cabedelo de areia, apoiado na margem sul, que quase fecha a saída.</p>
<p><font size="3"></p>
<p style="text-align:right;">Fonte :Carlos Teixeira - Geologia de Portugal </span></p>
<p>[slideshare id=513861&#38;doc=litoral-portugus-1216133738005346-9&#38;w=425]</p></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Veja vulcões ao vivo e a cores]]></title>
<link>http://xisxis.wordpress.com/?p=461</link>
<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 14:22:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Isis Nóbile Diniz</dc:creator>
<guid>http://xisxis.wordpress.com/?p=461</guid>
<description><![CDATA[Sensacional - porque moro longe! A internet nos proporciona momentos únicos&#8230;
Não precisamos ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cenapred.unam.mx/popo/2008/jun/p0627081.jpg"><img class="alignleft" src="http://www.cenapred.unam.mx/popo/2008/jun/p0627081.jpg" alt="" width="223" height="171" /></a>Sensacional - porque moro longe! A internet nos proporciona momentos únicos...</p>
<p>Não precisamos mais viajar para ver vulcões "trabalhando". Alguns centros de pesquisa e monitorização dessas atividades da natureza instalaram câmeras que focam por 24 horas os gigantes. Basta entrar nos endereços dos sites: <a href="http://apolo11.com/vulcameras.php" target="_blank">Apolo 11</a> - que reuniu vulcões de todo o mundo - e <a href="http://www.cenapred.unam.mx/es/Instrumentacion/InstVolcanica/MVolcan/" target="_blank">Centro Nacional de Prevención de Desastres (CENAPRED)</a> - do México.</p>
<p>Neste exato instante, o segundo site exibe <strong>alerta amarelo</strong> para o vulcão Popocatépetl - ativo, localizado a 60 km da capital Ciudad de México. Isso significa que a população próxima deve ficar esperta - no linguajar chulo. Literalmente, se preparar para evacuar a área. Veja <a href="http://www.cenapred.unam.mx/es/Instrumentacion/InstVolcanica/MVolcan/Semaforo/semaforoAmarillo.html" target="_blank">aqui</a> o que os moradores devem fazer - em espanhol.</p>
<p>Um amigo meu escalou um vulcão. Disse que foi uma das coisas mais maravilhosas que já fez. Eu ainda vou ver um de pertinho... Tête-à-Tête...</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rochas magmáticas ]]></title>
<link>http://disciplinex.wordpress.com/?p=43</link>
<pubDate>Sat, 12 Jul 2008 20:42:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>disciplinex</dc:creator>
<guid>http://disciplinex.wordpress.com/?p=43</guid>
<description><![CDATA[O que são Rochas magmáticas?
Rochas magmáticas são aquelas que provêm da solidificação do mag]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que são Rochas magmáticas?</strong></p>
<p>Rochas magmáticas são aquelas que provêm da solidificação do magma.</p>
<p><strong>Magmaaaaa?</strong></p>
<p>O Magma é o resultado de fortes pressões e elevadas temperaturas no interior da Terra, o que como consequência leva à fusão das rochas, (passem de sólido para o líquido).</p>
<p>o Magma sobe na crusta terrestre simplesmente porque é menos denso que as rochas envolventes, o que provoca a sua subida.</p>
<p>É Muito Simples!</p>
<p><strong>Mas como se associam as rochas magmáticas ao magma?</strong></p>
<p>Como já referido, as rochas magmáticas provêm do magma, ou seja, o magma solidifica e formam-se rochas.</p>
<p>Agora, podem-se formar rochas no<strong> interior da crusta</strong> ou à <strong>superfície terrestre.</strong></p>
<p><strong>Interior da Crusta</strong></p>
<p>todas as rochas magmáticas que solidificaram antes de o magma ser expelido apresentam as seguintes características:</p>
<p>Solidificação lenta -  pois a temperatura na crusta é coincidente com a que permite a solidifcação do magma</p>
<p>Formação de cristais - o arrefecimento lento do magma é propício ao aparecimento de minerais.</p>
<p>As rochas formadas no interior da crusta são designadas <strong>Intrusivas ou plutónicas.</strong></p>
<p><a href="http://disciplinex.wordpress.com/files/2008/07/mag-intru.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-51" src="http://disciplinex.wordpress.com/files/2008/07/mag-intru.jpg?w=124" alt="" width="189" height="166" /></a></p>
<p><strong>Superfície Terrestre</strong></p>
<p>Quando o magma é expelido para a superficie terrestre experimenta temperaturas muito diferentes á que se encontram no interior da crusta, o que leva:</p>
<p>Um Arrefecimento rapido - pois as temperaturas são muito inferiores ás do interior da crusta.</p>
<p>Não aparecimento de cristais - não se verifica a presença de cristais pois o arrefecimento muito rápido não proporcionou o aparecimento do mesmo.</p>
<p>As rochas originadas na superfície terrestre são designadas: <strong>Rochas Extrusivas ou Vulcânicas</strong></p>
<p><a href="http://disciplinex.wordpress.com/files/2008/07/mag-extru.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-50" src="http://disciplinex.wordpress.com/files/2008/07/mag-extru.jpg?w=244" alt="" width="188" height="232" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Y tu por que estudiaste geologia?]]></title>
<link>http://geocosas.wordpress.com/2008/07/11/y-tu-por-que-estudiaste-geologia/</link>
<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 15:22:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lukysh</dc:creator>
<guid>http://geocosas.wordpress.com/2008/07/11/y-tu-por-que-estudiaste-geologia/</guid>
<description><![CDATA[Tiempo atras leí en un post de Miguel sus respuestas a un meme que le habian enviado, me parecio mu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Tiempo atras leí en un post de <a href="http://migeo.blogspot.com/" target="_blank">Miguel</a> sus respuestas a un meme que le habian enviado, me parecio muy especial la forma como detallaba el por que decidio estudiar Geologia. Pero ¿a que viene todo esto? pues simple ayer vi otro <a href="http://gorobeletikmundura.wordpress.com/2008/06/18/%C2%BFque-estudias/" target="_blank">post</a> con un video muy entretenido que resume mucho de lo que hacemos los geologos. Y tambien con un texto que claramente indica que el resto de personas no tiene ni idea de que es lo que hacemos... Por que definitivamente si hacemos y mucho, ademas por que una de las primeras profesiones, despues de cazador, fue la de geologo, o nuestros antepasados no buscaban "cierto" tipo de piedras para lanzar a sus potenciales presas.</p>
<p align="center">
<div id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:73bc7cee-24c9-4bb1-8e1e-069f1a937191" class="wlWriterSmartContent" style="display:inline;float:none;width:392px;margin:0;padding:0;">
<div><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/ToNqQHC3cnM'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/ToNqQHC3cnM&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></div>
</div>
<p align="justify">Bueno mejor los dejo con el video, y lo dejo para sus comentarios. No se olviden de visitar los links.</p>
<h5>LINK: <a href="http://migeo.blogspot.com" target="_blank">Blog Miguel Vera</a></h5>
<h5>LINK: <a href="http://gorobeletikmundura.wordpress.com/2008/06/18/%C2%BFque-estudias/" target="_blank">¿que estudias?</a></h5>
<p align="right"><em>Any comments?</em></p>
<p align="right"><em>Se suprimieron las tildes para facilitar su lectura</em></p>
<div id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:bddb744e-05d2-4ec7-9d77-e0a9649cc9af" class="wlWriterSmartContent" style="display:inline;margin:0;padding:0;">Etiquetas de Technorati: <a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/geologia">geologia</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/estudiar+geologia">estudiar+geologia</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/geologia+peru">geologia+peru</a></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Aula" para revisões e esclarecimento de dúvidas]]></title>
<link>http://biogeo2.wordpress.com/?p=320</link>
<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 09:08:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Catarina Reis</dc:creator>
<guid>http://biogeo2.wordpress.com/?p=320</guid>
<description><![CDATA[Como já tinha referido, a aula de revisões e esclarecimento de dúvidas é hoje às 15h, no Colég]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Como já tinha referido, a aula de revisões e esclarecimento de dúvidas é hoje às 15h, no Colégio da Lapa!</p>
<p>Como já falámos, a única certeza que têm é que a parte de Geologia de 11º ano sai de certeza, ou seja, não é boa ideia deixar esta parte da matéria para trás!</p>
<p>fica aqui o link para:</p>
<p>- matriz do exame de Biologia e Geologia:  <a href="http://www.gave.min-edu.pt/np3/164.html">http://www.gave.min-edu.pt/np3/164.html</a></p>
<p>- enunciados e critérios de correcção do exame da 1ª fase: <a href="http://www.gave.min-edu.pt/np3/81.html">http://www.gave.min-edu.pt/np3/81.html</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Desflorestação afecta a Geosfera, Hidrosfera e Atmosfera]]></title>
<link>http://disciplinex.wordpress.com/?p=35</link>
<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 07:09:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>disciplinex</dc:creator>
<guid>http://disciplinex.wordpress.com/?p=35</guid>
<description><![CDATA[Como sabemos, o sistema Terra depende das interacçõs entre os difersos subsistemas !
Como vários ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Como sabemos, o sistema Terra depende das interacçõs entre os difersos subsistemas !</p>
<p>Como vários outros fenomenos possiveis de associar aos diversos subsistemas, a desflorestação é deveras interessante para compreender a dinâmica das inter-relações entre os vários subsistemas.</p>
<p>A desflorestação é a eliminação de uma porção de terreno florestal numa determinada área, muitas vezes por acção humana para desenvolvimento economico etc... visando satisfazer as necessidades do Homem.</p>
<p>Este "abate" de arvores conduz a um desiquilibrio em todos os subsistemas!</p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">A que nivel a Desflorestação influencia o modo de interacção entre os subsistemas?</span></strong></p>
<p>Podemos distinguir alguns dos casos mais notaveis aos efeitos da Desflorestação:</p>
<ul>
<li>O facto de, não existir uma area florestal prejudica a <strong>Biodiversidade</strong>, de modo que a porção florestal serviria como habitat e fornecia condiçoes para a sobrevivencia desta, podendo levar á extinção.</li>
</ul>
<p>Portanto, colocamos em perigo toda a biodiversidade presente na area florestal afectada.</p>
<ul>
<li> A Desflorestação, destabiliza as <strong>bacias hidrográficas</strong> de um curso de água, mas, afinal o que são bacias hidrográficas?</li>
</ul>
<p>As bacias hidrográficas de um curso de agua (por exemplo: rio) é todo o terreno que escoa a agua para esse mesmo curso de agua!</p>
<p>Imaginem um Rio, todo o terreno á sua volta escoa agua para esse rio, água esta que é proveniente das chuvas, a este fenomeno é designado por bacias hidrográficas.</p>
<p>Sabemos que se sucedem chuvas intensas, mas não sabemos o papel fundamental das plantas, especialmente das de grande porte, pois estas absorvem grandes quantidades de agua, escoando menos quantidade para os cursos de agua. Visto que neste papel importante sem elas provocara o escoamente de toda a agua proveniente da chuva e pode provocar inundações/cheias, o que é traduzido numa grande destabilização das bacias hidrográficas.</p>
<ul>
<li>A Desflorestação afectara o <strong>ciclo hidrológico</strong>, ou seja, o ciclo da água. Sabemos as várias etapas do ciclo da água, e as plantas tem um papel importante na devolução de agua proveniente da atmosfera, através da transpiração. As plantas precisam da agua para varias funções, como a fotossintese e regulam a sua temperatura com a transpiração, ao transpirarem libertam moleculas de vapor de água para a atmosfera, e, fazendo isto ciclicamente, contribuem para a eficacia do ciclo da agua. E se caso verificar-se a desflroestação não poderá ocorrer esta etapa do ciclo da agua, encontramo-nos perante uma ruptura no ciclo hidrológico (ou ciclo da água).</li>
</ul>
<ul>
<li>A Desflorestação aumenta a <strong>Erosão dos Solos</strong>, mas afinal, o que é isto?                      A erosão dos solos é, basicamente, a destruição dos solos, tornando-os inférteis, o que causa consequências, como ser inútil para a agricultura.                                             A erosão dos solos é provocada por agentes como a água, o vento, a chuva que destroem as estruturas do solo.  Ao haver uma area flroestal diminui a exposição dos solos a esses agentes o que torna os solos produtivos, mas sem essa area florestal a erosão é maior, sendo assim uma das consequencias da desflroestação.</li>
</ul>
<ul>
<li>Outro dos problemas é o agravamento do <strong>efeito de estufa</strong>. Como todos nós sabemos o efeito de estufa actua como um escudo que, absorvendo, impede que parte das  radiaçoes do sol que cheguam até á superficie terrestre sejam enviadas de novo para o espaço, assim se mantem uma temperatura constante da superficie terrestre.  O Problema é que os gases do efeito de estufa, entre eles o dioxido de carbono, estão a ser produzidos em excesso o que condiciona a que o efeito de estufa absorva em excesso as radiaçoes solares, e para combater esse problema as plantas surgem como importantes no processo de fotossintese, pois elas conseguem utilizar o dioxido de carbono para a produção de oxigénio, e assim reduzem este. Sem plantas isso não é possivel e a não utilização do dioxido de carbono pelas plantas codiciona a um aumento dos gases do efeito de estufa, agravando o aquecimento global do nosso planeta.</li>
</ul>
<p>Obtemos assim uma relação entre os vários subsistemas fundamental ao sistema Terra.</p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
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