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	<title>filosofia &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/filosofia/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "filosofia"</description>
	<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 07:43:16 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[O POEMA de BASHÔ e o ZEN - pelo mestre h. masuda goga]]></title>
<link>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=2743</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 03:55:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Equipe Palavreiros da Hora</dc:creator>
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<description><![CDATA[Quase todos os que estudam o haicai acreditam que Bashô escreveu seus poemas de acordo com a ilumin]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size:12pt;">Quase todos os que estudam o haicai acreditam que Bashô escreveu seus poemas de acordo com a iluminação Zen. Portanto, pensam que o haicai é uma poesia que nasceu do zen-budismo. Mas o próprio Bashô disse que não era bonzo nem adepto da seita Zen, apesar da grande amizade com o bonzo Bucchô.</span></div>
<div><span style="font-size:12pt;">Pode-se dizer que Bashô foi espiritualmente influenciado pelo bonzo amigo de forma profunda, tendo a sua atitude perante a arte tornado-se cada vez mais rigorosa e séria. Ele ficou sensibilizado pelas vicissitudes não só da vida humana, mas também dos outros seres vivos que habitam o universo.</span></div>
<div><span style="font-size:12pt;">O saudoso bonzo zen Ryohan Shingu discorreu certa vez em artigo sobre a "tranqüilidade". Esta é uma virtude do zen-budismo. Pensamos que Bashô queria expressar no famoso haicai da rã um ambiente de quietude, inspirado pelo súbito acontecimento da natureza: um salto de rã na água de um velho tanque.</span></div>
<p><span style="font-size:12pt;">Certa vez, lemos que este haicai foi criticado por Kikaku, um de seus discípulos, que sugeriu o termo "yamabuki" (um tipo de rosa) no lugar de "velho tanque". Mas o Mestre preferiu o original, reforçando sua sensibilidade poética ao referir-se à quietude que enfrentava e ao mesmo tempo apreciava.</p>
<p>Reconhecemos a influência do budismo no poema de Bashô, mas o haicai por si mesmo não é Zen ou produto artístico do Zen.</p>
<p>COMPLEMENTO:</p>
<p> </p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">
<div class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;">Perguntar a um mestre se o que ele pratica é Zen pode deixá-lo zangado ou simplesmente mudo. "O que você entende por Zen?", ele poderá perguntar. Em sua racionalidade, você discorrerá sobre as teorias expostas nos livros. "Se é isso que você pensa ser Zen, então o que eu faço não é Zen", responderá ele.</span></div>
<p><span style="font-size:10pt;">Conceituar qualquer arte como Zen é levar o Zen ao nível mais baixo. Certa ceramista objetivou o Zen na forma e na queima das peças. O comportamento "Zen" dessa ceramista era justamente descobrir as formas no próprio processo de transformação. Cada peça nascia quando da manipulação da matéria-prima pela artista, de maneira completamente não-intencional.</p>
<p>"Como posso chamar a minha arte de Zen se nem ao menos sei o que vou criar?", irritou-se ela, ao ser abordada por jornalistas. Afirmar que uma arte é Zen é possuir uma idéia pré-concebida. No momento em que isso ocorre, aquela arte deixa de ser Zen. Em outras palavras, quando afirmo "aqui está vazio", o "vazio" desaparece.</p>
<p><strong><em>Francisco Handa<br />
</em>O que é Zen<br />
<em>Editora Brasiliense</em></strong></p>
<p></span></p>
<p><a href="http://palavrastodaspalavras.files.wordpress.com/2008/07/as-maos-do-girassol-girassol.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2744" src="http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/files/2008/07/as-maos-do-girassol-girassol.jpg" alt="" width="495" height="466" /></a></p>
<address> sem crédito. ilustração do site.<span style="font-size:12pt;"> </span></address></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[COMO ACABAR COM A VIOLÊNCIA NA ESCOLA - por vicente martins]]></title>
<link>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=2742</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 03:42:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Equipe Palavreiros da Hora</dc:creator>
<guid>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=2742</guid>
<description><![CDATA[Encontro-me com um grupo de professores da educação básica. O bate-papo é inicialmente informal ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-indent:35.4pt;"><em><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Encontro-me com um grupo de professores da educação básica. O bate-papo é inicialmente informal e ameno. Aos poucos, porém, a conversa torna-se </span></em><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">confragosa, crua e empedrouçada. Ouço, atento, o relato das <em>dificuldades pedagógicas dos mestres, em sala de aula, sobretudo as relacionadas ao ensino e à aprendizagem da leitura, escrita e ortografia. Logo me incomoda a descrição da escola enquanto </em>palco de situações de violência. A violência escolar nas escolas, públicas e privadas, é um problema pedagógico. </span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span> </span>Diretores e professores de escolas públicas me descrevem, apavorados, ocorrências de depredações dos prédios, casos de arrombamento de salas e laboratórios, ameaças e casos de detenções ou prisões e, não poucas vezes, situações de constrangimento e amedrontamento envolvendo pais, professores e alunos.<span>  </span></span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span> </span>Um professor me diz que a situação está tão grave que um puxão ou uma tapinha entre alunos, dentro ou fora da escola, já pode<span>  </span>não ser sinal de uma simples brincadeirinha infanto-juvenil, mas de safanão<span>  </span>que logo será desferido contra o colega de sala, a ser deflagrado com intenção de dano físico, moral e requinte de perversidade <span> </span>Agora, uma pergunta advém: em que <span> </span>a universidade pude ajudar as escolas públicas? Onde podemos encontrar, na Academia, respostas concretas para uma situação real e preocupante das escolas públicas?</span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Uma solução simplista, imediata e necessária é, decerto, o policiamento e a colocação de grades. Mas isso não basta.Quase sempre as medidas coercitivas e paliativas parecem reforçar, apenas, a violência escolar. </span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">São nas crenças, atitudes e reações dos mestres e na descrição do que se passa efetivamente na ambiência escolar que um novo olhar de todos nós, educadores, pais e poder público, deve ser proativo e, desde logo, vale começar por uma questão fundamental: de onde vem a violência? E, em seguida, levantar dúvidas do tipo: onde há a exclusão social se manifesta de modo mais acentuado a violência escolar?<span>  </span>Onde as causas? Onde as soluções?</span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span> </span>As respostas que nos vem à consciência nos mostra que as escolas não ficam isoladas <span> </span>do contexto social uma vez que, realmente, estão muito próximas das famílias e da sociedade. A escola, para lembrar Louis Althusser, é o principal aparelho ideológico do Estado. As boas experiências de superação da violência escolar sairão, pois, do interior dos <span> </span>próprios estabelecimentos de ensino.</span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Os gestores escolares sabem que medidas tradicionais como gradeamento, vigilância e policiamento, a médio ou longo prazos, não são suficientes nem atingem os <span> </span>pontos centrais do problema da violência escolar ou urbana.</span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span> </span>Se tomarmos, como referência a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN), a Lei 9.394/96, <span> </span>ela, ao certo, dar-no-á pistas para uma resposta mais contumaz e convincente para a violência escolar. </span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">O artigo 22, da LDBEN, referindo-se à educação infantil, ao ensino fundamental e médio, estabelece que é tarefa das instituições de ensino assegurar aos alunos a formação para cidadania e fornecer-lhes meios para progredir no trabalho, nos estudos posteriores e na vida. <span> </span>Agora, novos questionamentos: a escola tem cumprido esta missão? A escola tem se preocupado em formar os alunos para viver em sociedade, a saber-estar na vida social, ou tem se limitado a repassar conteúdos curriculares? </span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Sei que nada disso é fácil. E a primeira tarefa é sairmos do discurso ou espírito da Lei e ingressarmos na ação concreta. Então, com o fim de colaborar nessa missão, eis algumas sugestões ou passos<span>  </span>em direção<span>  </span>ao que chamaria aqui de <strong>práxis cidadã</strong>. </span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">O primeiro passo para uma práxis cidadã, certamente, pode ser o de seguir alguns procedimentos de gestão participativa como, por exemplo, o de ouvir todos os segmentos envolvidos na comunidade escolar, em especial, os alunos.</span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">O segundo passo é o de explicitar as contradições existentes na escola. Um terceiro passo é o de trabalhar as contradições internas da escola para que, em quarto momento, possa propor melhorias para as relações humanas. Um quinto procedimento é o de organizar comissões para aprofundar as discussões sobre violência e sobre a segurança possível na escola, no bairro, na cidade. E, por fim, duas ações são fundamentais para uma escola com menos violência e mais cidadania: os gestores devem abrir as escolas para dentro e para fora, inclusive aos finais de semana, e fazer funcionar, sem medo, e <span> </span>efetivamente, <span> </span>as estruturas democráticas das escolas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">A atuação de cada docente pode se materializar em projetos especiais nas escolas públicas. Como professor de língua materna, sem hesitação, montaria um projeto “ Ler Mais para uma Vida Melhor”. Sim, começar, pela leitura. Não é, <span> </span>por certo, um projeto original, mas, para o modelo de escola que temos no Brasil, não há dúvida de que há de ser inovador, um novo olhar sobre a problemática escolar. Um bom exemplo (e é bom imitar o que é bom) é o projeto <strong>Círculos de Leitura</strong>, do Instituto </span><span class="MsoHyperlink"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#0000cc;">Fernand Braudel</span></span></span></span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">, com grande atuação em Diadema, São Paulo. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">O nome do Instituto é inspirativo: </span><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;" lang="PT">Fernand Braudel</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;" lang="PT">, um historiador francês e um dos mais importantes representantes da Escola dos Annales. Esta escola foi pioneira na abordagem de um estudo de estruturas histórias de longa duração nos eventos. Conhecer a história é, de alguma maneira, conhecer a geografia, cultura material, as <em>mentalidades</em> e a psicologia da época.<span>  </span>Da mesma forma, conhecer a violência urbana ou escolar é algo que extrapola histórica, social e juridicamente a questão da segurança pública e <span> </span>nos conduz ao campo dos valores, crenças, </span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">maneira de pensar, disposições psíquicas e morais da coletividade. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Pois bem. As atividades do Instituto começaram assim: um grupo de estudiosos da problemática social, ao conduzirem pesquisas de campo nas escolas públicas da periferia da Grande São Paulo, em 1999, documentaram a falta da prática da leitura, reflexão e debate no cotidiano da sala de aula. A partir do diagnóstico, desenvolveram uma política de apoio às bibliotecas escolares, através de mutirões e capacitação de voluntariado em parceria com a comunidade escolar. </span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;margin-right:11.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">O método da Fundação Fernand Braudel é fantástico, por sua simplicidade e eficácia e, mais do que isso, por seus resultados.<span>  </span>Eles <span>trabalham com grupos pequenos e interativos </span>de educadores pagos e voluntários <span> </span>que trabalham de forma interativa com grupos de 10 a 15 jovens. Com esta medida, o Instituto oferece melhores condições para o jovem dialogar e formar vínculos com outros alunos e professores. </span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;margin-right:11.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Outra interessante atividade é o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem a partir da leitura de t<span>emas universais e clássicos da literatura. Vale destacar que trabalham </span>com obras literárias que trazem em suas <span> </span>histórias (e estórias) temas universais, com que o jovem pode se identificar, ampliando seu repertório cultural e relacionando suas experiências com relatos que sobrevivem ao tempo. </span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;margin-right:11.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Entre as atividades de lectoescrita, a Fundação <span> </span>faz um trabalho de desenvolvimento da leitura em voz alta e em grupo. A Fundação acredita, e isso é verdade, que para aquisição da</span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> capacidade cognitiva, alunos necessitam de instrução efetiva em cinco áreas: fonêmica, fonética, fluência, vocabulário e compreensão do texto. Em pequenos círculos, participantes se alternam lendo em voz alta e parando periodicamente para discutir sobre o significado dos trechos lidos. <span>     </span></span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;margin-right:11.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Ainda no campo da lectoescrita, os voluntários da Fundação Fernand Braudel desenvolvem atividades como produção textual </span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">para que o aluno reflita e escreva sobre o que foi lido e discutido em grupo. As redações desenvolvidas durante as sessões do Círculo são utilizadas para acompanhar o progresso de cada aluno e do grupo. Ao final de cada encontro, os participantes lêem e refletem sobre os conteúdos dos poemas e textos encontrados ou escritos por eles.</span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;margin-right:11.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Por fim, outras ações da Fundação, não menos significativas, são a participação voluntária do jovem, </span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">peça-chave para a construção de sua cidadania, e sua contribuição na melhoria das condições do espaço escolar. As <span>atividades culturais também têm lugar na missão da Fundação. São elas que auxiliam </span>no aprendizado do jovem e ampliar seu universo de referência cultural a partir das obras lidas, além de organizar atividades e passeios culturais, incluindo visitas a bibliotecas, parques <span> </span>e teatros. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span> </span><span>        </span>O que sei, depois de duas décadas de magistério, é que a privação da leitura interfere no desenvolvimento da personalidade dos alunos. Um sem-leitura é como um sem-terra sem a posse legal da terra em que vive e trabalha. Um aluno sem leitura não compreende os códigos lingüísticos e sociais e, o mais grave, não sabe interpretar, naquela visão paulofreiriana, a vida em sociedade. Não é à toa que um aluno sem-leitura é rechaçado e rechaçador, triste e deprimido, agressivo e angustiado, potencialmente um excluído do convívio social. . </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span>         </span>Numa sociedade de informação, ler ou escrever bem é condição de superação da desigualdade social. A leitura vai além do repertório de palavras que brotam do alfabeto.<span>  </span>Ler é compreender, interpretar, descobrir, criar e, sobretudo, desfrutar do reino do conhecimento.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<address><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Vicente Martins é professor da Universidade Estadual Vale do Acaraú(UVA), de Sobral, Estado do Ceará.<strong> </strong></span></address>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quarto de Badulaques]]></title>
<link>http://dai10.wordpress.com/?p=123</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 02:33:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>dai10</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8216; OSTRA FELIZ NÃO FAZ PÉROLA: “Ostras são moluscos,                          animais sem ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">' OSTRA FELIZ NÃO FAZ PÉROLA: “<em>Ostras são moluscos,                          animais sem esqueleto, macias, que são as delícias dos                          gastrônomos. Podem ser comidas cruas, com pingos de                          limão, com arroz, paellas, sopas. Sem defesas – são                          animais mansos – seriam uma presa fácil dos predadores.                          Para que isso não acontecesse a sua sabedoria as ensinou                          a fazer casas, conchas duras, dentro das quais vivem.                          Pois havia num fundo de mar uma colônia de ostras,                          muitas ostras. Eram ostras felizes. Sabia-se que eram                          ostra felizes porque de dentro de suas conchas saía uma                          delicada melodia, música aquática, como se fosse um                          canto gregoriano, todas cantando a mesma música. Com uma                          exceção: de uma ostra solitária que fazia um solo                          solitário. Diferente da alegre música aquática, ela                          cantava um canto muito triste. As ostra felizes se riam                          dela e diziam: “Ela não sai da sua depressão...” Não era                          depressão. Era dor. Pois um grão de areia havia entrado                          dentro da sua carne e doía, doía, doía. E ela não tinha                          jeito de se livrar dele, do grão de areia. Mas era                          possível livrar-se da dor. O seu corpo sabia que, para                          se livrar da dor que o grão de areia lhe provocava, em                          virtude de suas aspereza, arestas e pontas,  bastava                          envolvê-lo com uma substância lisa,  brilhante e                          redonda. Assim, enquanto cantava seu canto triste, o seu                          corpo fazia o seu trabalho – por causa da dor que o grão                          de areia lhe causava. Um dia passou por ali um pescador                          com o seu barco. Lançou a sua rede e toda a colônia de                          ostras, inclusive a sofredora, foi pescada. O pescador                          se alegrou, levou-as para a sua casa e sua mulher fez                          uma deliciosa sopa de ostras. Deliciando-se com as                          ostras de repente seus dentes bateram numa objeto duro                          que estava dentro da ostra. Ele tomou-o em suas mãos e                          deu uma gargalhada de felicidade: era uma pérola, uma                          linda pérola. Apenas a ostra sofredora fizera uma                          pérola. Ele tomou a pérola e deu-a de presente para a                          sua esposa. Ela ficou muito feliz...” </em>Ostra feliz                          não faz pérolas. Isso vale para as ostras e vale para                          nós, seres humanos. As pessoas que se imaginam felizes                          simplesmente se dedicam a gozar a vida. E fazem bem. Mas                          as pessoas que sofrem, elas têm de produzir pérolas para                          poder viver. Assim é a vida dos artistas, dos                          educadores, dos profetas. Sofrimento que faz pérola não                          precisa ser sofrimento físico. Raramente é sofrimento                          físico. Na maioria das vezes são dores na alma.'</span></p>
<p>Por Rubem Alves.</p>
<p>Adooooro!</p>
<p>Quero ganhar esse livro ! \o/</p>
<p>bjusss</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[LA INTRODUCCION DE LA MAQUINA DEL BIG BANG]]></title>
<link>http://guillegg.wordpress.com/?p=1274</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 01:31:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>GRAZNIDO</dc:creator>
<guid>http://guillegg.wordpress.com/?p=1274</guid>
<description><![CDATA[La introducción de la máquina del Big Bang
Stephen Hawking
The Guardian, Monday June 30, 2008
Prof]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>La introducción de la máquina del Big Bang</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="text-decoration:underline;">Stephen Hawking</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.guardian.co.uk/theguardian">The Guardian</a>, Monday June 30, 2008</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://guillegg.wordpress.com/files/2008/07/hawkingarticle.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1275" src="http://guillegg.wordpress.com/files/2008/07/hawkingarticle.jpg" alt="" width="460" height="500" /></a>Professor Stephen Hawking. Photograph: Murdo Macleod</p>
<p style="text-align:justify;">Los seres humanos siempre se han esforzado por comprender el universo de donde proceden. Aristóteles creía que  podría no haber tenido un comienzo y no terminaría. Immanuel Kant pregunta por qué, si hubo un comienzo, el universo había esperado un tiempo infinito antes de iniciarse.</p>
<p style="text-align:justify;">En 1915, la teoría general de la relatividad de Albert Einstein resolvió el dilema: el espacio y el tiempo no eran un fondo de los acontecimientos, sino entidades dinámicas. Y, del mismo modo que no hay punto más al sur que el Polo Sur, el tiempo no puede existir fuera del universo. Pero había un problema: la idea de Einstein, que describe lo muy grande, no encaja con el otro pilar de la física siglo 20 - la teoría cuántica - que describe lo muy pequeño.</p>
<p style="text-align:justify;">El Large Hadron Collider en el CERN en Ginebra, que se enciende  este verano después de 20 años de preparación, es un intento de acercarnos a la solución de este dilema. Se                                                                                                             trituraran  partículas unas a otras para recrear los momentos después del Big Bang,  produciendo una nueva edad de oro del descubrimiento para los físicos. Los ensayos que siguen dan una idea de nuestra emoción.</p>
<p style="text-align:justify;">Algunos han preguntado si el encendido  el LHC podría producir algunos desastrosos, imprevistos resultados. De hecho, algunas teorías de espacio-tiempo sugieren que   las colisiones de partículas pueden crear mini agujeros negros. Si es lo que ha pasado, he propuesto que esos agujeros negros irradiarían partículas y desaparecerían. Si vemos eso en el LHC, se abriría una nueva área de la física, y podría incluso ganar un premio Nobel. Pero no estoy reteniendo mi aliento.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Historiador divulga texto inédito de Pessoa sobre religião]]></title>
<link>http://ceticismo.wordpress.com/?p=1793</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 23:49:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>André</dc:creator>
<guid>http://ceticismo.wordpress.com/?p=1793</guid>
<description><![CDATA[Essa notícia é dedicada aos amantíssimos acompanhantes do Ceticismo.net de nome Sabino, Orlando e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft" style="float:left;margin:4px;" src="http://ceticismo.net/wp-content/uploads/fernando_pessoa.jpg" alt="" width="227" height="306" />Essa notícia é dedicada aos amantíssimos acompanhantes do <strong>Ceticismo.net</strong> de nome Sabino, Orlando e Iara, posto que é algo direto de seu (deles) país. :-D</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo a agência de notícias Lusa, foi descoberto um texto de Fernando Pessoa – aquele que falou que nunca conhecera ninguém que não tivesse levado porrada (sic) – onde o distinto escrito, autor de Os Maias e Primo Basílio (não, não colocarei link. Toma vergonha e aprenda a procurar no Google. Comece pela <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_Pessoa" target="_blank"><strong>Wikipédia</strong></a>, preguiçoso) tece algumas... considerações sobre a religião, principalmente sobre Fátima. Não, não é sobre a nossa Fátima, mas a Nossa (deles) Senhora de Fátima ;-) .</p>
<p style="text-align:justify;">O historiador português José Barreto afirmou que o poeta Fernando Pessoa encarava a cidade de Fátima como o lugar mítico da construção do nacionalismo católico e monárquico, repudiado pelo autor. <a href="http://ceticismo.net/2008/07/06/historiador-divulga-texto-inedito-de-pessoa-sobre-religiao/">Read more »</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aprendendo a amar incondicionalmente...]]></title>
<link>http://marcondeslucena.wordpress.com/?p=75</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 23:25:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcondes Lucena</dc:creator>
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<description><![CDATA[É verdade que muitos amam&#8230;
Amar parece ser uma essência do ser humano&#8230;
O amor parece s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://marcondeslucena.files.wordpress.com/2008/07/amor.jpg"><img class="size-medium wp-image-76 alignleft" src="http://marcondeslucena.wordpress.com/files/2008/07/amor.jpg?w=300" alt="" width="270" height="185" /></a>É verdade que muitos amam...</p>
<p>Amar parece ser uma essência do ser humano...</p>
<p>O amor parece ser universal...</p>
<p>Mas, você ama incondicionalmente?</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Como eu tenho me feito esta pergunta! Até hoje eu não sei dizer se amo as pessoas realmente como sei que deveria amá-las! O amor deve ultrapassar barreiras intransponíveis... O amor deve ser incondicional... Você consegue? Eu não sei se consigo...</p>
<p> </p>
<p>Talvez uma das coisas que mais nos atrapalhe seja o nosso próprio orgulho. Quem sabe... Eu não sei se pensamos a respeito muitas vezes sobre as nossas muitas fraquezas, impossibilidades e limitações...<a href="http://marcondeslucena.files.wordpress.com/2008/07/crianca.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-77" src="http://marcondeslucena.wordpress.com/files/2008/07/crianca.jpg?w=147" alt="" width="147" height="157" /></a></p>
<p> </p>
<p>Talvez nos concentrarmos demais nas realidades físicas seja um grande erro... Mas quê fazer? Nós fomos ensinados desde o início desta forma... Será possível uma mudança? Quando será que nos encontraremos com a realidade ou essência das pessoas?</p>
<p> </p>
<p>É uma pena que nos concentremos mais no <em>ter</em> ao invés de no <em>ser</em>... Existe um universo infinito entre essas duas formas verbais...</p>
<p><a href="http://marcondeslucena.files.wordpress.com/2008/07/infinito1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-79" src="http://marcondeslucena.wordpress.com/files/2008/07/infinito1.jpg?w=300" alt="" width="300" height="224" /></a></p>
<p>Talvez quando se perca aquilo que se tem... Ou quando se verifique a sua futilidade... Ou quando se observe que todos somos iguais...</p>
<p><a href="http://marcondeslucena.files.wordpress.com/2008/07/infinito.jpg"></a></p>
<p>O amor incondicional é importante...</p>
<p><a href="http://marcondeslucena.files.wordpress.com/2008/07/infinito.jpg"></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[6º Encontro Nacional de Professores de Filosofia]]></title>
<link>http://paginasdefilosofia.wordpress.com/?p=183</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 21:50:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Páginas de Filosofia</dc:creator>
<guid>http://paginasdefilosofia.wordpress.com/?p=183</guid>
<description><![CDATA[Realiza-se nos dias 5 e 6 de Setembro, na Universidade de Évora, Anfiteatro (sala 131) do Colégio ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Realiza-se nos dias 5 e 6 de Setembro, na Universidade de Évora, Anfiteatro (sala 131) do Colégio do Espírito Santo, a 6ª edição dos Encontros Nacionais de Professores de Filosofia, uma iniciativa da Sociedade Portuguesa de Filosofia. O tema da edição deste ano é Verdade e Argumentação. Serão abordados temas como teorias da verdade, pensamento crítico, paradoxos, e a argumentação na Ética e na Estética.<br />
Estão abertas as inscrições, que poderão ser efectuadas enviando para o endereço spfil@spfil.pt um e-mail com o Assunto “Inscrição no 6ENPF” e com os seguintes dados:<br />
Nome e morada completos<br />
Telefone de contacto e endereço de e-mail<br />
Nome da instituição onde exerce ou a que está associado</p>
<p>No primeiro dia do encontro, dirija-se ao Secretariado com os seguintes documentos:</p>
<ul>
<li>Impressão do e-mail de inscrição</li>
<li>Cheque passado à ordem da Sociedade Portuguesa de Filosofia, ou dinheiro no valor exacto da sua inscrição</li>
</ul>
<p>No caso de desejar inscrever-se no 6.º Encontro Nacional de Professores de Filosofia tornando-se, simultaneamente, sócio da S.P.F., por favor traga também consigo, devidamente preenchidos, os documentos de inscrição acessíveis em<a href="http://www.spfil.pt/inscricoes.html" target="_blank"> http://www.spfil.pt/inscricoes.html</a> .<br />
Outras informações podem ser obtidas junto da organização, na sede da S.P.F., por email para o endereço acima ou pelos telefones:<br />
210 999 717 ou 96 6356753</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Un poco de filosofía]]></title>
<link>http://bunburries.wordpress.com/?p=58</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 21:13:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>johnbunburry</dc:creator>
<guid>http://bunburries.wordpress.com/?p=58</guid>
<description><![CDATA[Un buen filósofo francés, del cual me confieso seguidor, me dijo hace tiempo una frase que encierr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Un buen filósofo francés, del cual me confieso seguidor, me dijo hace tiempo una frase que encierra gran sabiduría y es de útil aplicación: "<em>Si no tienes nada bueno que decir, mejor no digas nada</em>".</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Curioso metodo para diferenciar las ciencias]]></title>
<link>http://consustancia.wordpress.com/?p=42</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 20:41:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mr LOL</dc:creator>
<guid>http://consustancia.wordpress.com/?p=42</guid>
<description><![CDATA[
Método para diferenciar las ciencias: si es verde o se enrolla, Biología; si apesta, Química; si]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://www.soygik.com/wp-content/uploads/2008/07/ciencias.jpg" alt="" /></p>
<p>Método para diferenciar las ciencias:<em> si es verde o se enrolla</em>,<strong> Biología</strong>;<em> si apesta</em>, <strong>Química</strong>;<em> si no funciona</em>, <strong>Física</strong>; <em>si es incomprensible</em>, Matemáticas; <em>si no tiene sentido</em>, <strong>Filosofía</strong>.</p>
<p>Sacado directamente de <a href="http://www.soygik.com/diferenciando-ciencias/">Soy Gik</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Indiferença]]></title>
<link>http://uemeai.wordpress.com/2008/07/06/indiferenca/</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 19:56:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>uemai</dc:creator>
<guid>http://uemeai.wordpress.com/2008/07/06/indiferenca/</guid>
<description><![CDATA[
A indiferença também mata!
 
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://uemeai.files.wordpress.com/2008/07/unicef-staircase.jpg"><img style="border-right:0;border-top:0;border-left:0;border-bottom:0;" src="http://uemeai.files.wordpress.com/2008/07/unicef-staircase-thumb.jpg" border="0" alt="Final_03" width="504" height="461" /></a></p>
<p align="center">A indiferença também mata!</p>
<p align="center"> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Se confirma el doble récord del mundo de Meca en el Estrecho]]></title>
<link>http://myblugus.wordpress.com/?p=54</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 19:52:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>martinmad</dc:creator>
<guid>http://myblugus.wordpress.com/?p=54</guid>
<description><![CDATA[


David Meca consiguió un doble récord mundial tras cruzar el Estrecho de Gibraltar tres veces co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"></p>
<p></span><img src="http://www.davidmeca.com/fotos/cv.jpg" alt="" width="175" height="516" align="left" /></p>
<h2></h2>
<p><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">David Meca consiguió un doble récord mundial tras cruzar el Estrecho de Gibraltar tres veces consecutivas y batir la marca actual en el cruce de ida y vuelta, algo que dice que le mantendrá con "una sonrisa todo el verano". </span></p>
<p><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Según los datos facilitados este domingo por la Asociación de Cruce a Nado del Estrecho de Gibraltar (ACNEG), David Meca logró nadar una distancia superior a cinco estrechos tras cruzar el Estrecho de Gibraltar en tres ocasiones seguidas, haciendo un total de 74,8 kilómetros -su distancia es de 14,4-.</p>
<p>Además, superó el récord en recorrer la distancia de ida y vuelta, en lo que invirtió 7 horas y 18 minutos, frente a las 7 horas y 51 minutos que le llevó a Jaime Caballero, a quien Meca arrebató la mejor marca.</p>
<p>Ya en su casa de Barcelona, el nadador declaró que ha decidido "no tomar ni un día de vacaciones" para reanudar mañana sus entrenamientos, y así "poder conseguir triunfos" en las competiciones que disputará durante el verano. "Gracias a este récord voy a tener una sonrisa durante todo el verano", aseguró el catalán. </span></p>
<p> </p>
<p><span style="font-size:xx-small;font-family:Verdana;">Fuente:<a href="http://www.marca.com/edicion/marca/otros_deportes/natacion/es/desarrollo/1142922.html" target="_blank">Marca.com</a> <a href="www.davidmeca.com ">davidmeca.com</a></span></p>
<p> </h2>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Madrid desborda con el Orgullo Gay]]></title>
<link>http://myblugus.wordpress.com/?p=53</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 19:41:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>martinmad</dc:creator>
<guid>http://myblugus.wordpress.com/?p=53</guid>
<description><![CDATA[ 
Centenares de miles de personas (un millón según la organización y unas 750.000 según la Poli]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong>Centenares de miles de personas (un millón según la organización y unas 750.000 según la Policía Municipal) celebraron en Madrid la fiesta del 'Orgullo Gay 2008' en una manifestación con un total de 34 carrozas que encabezaba una gran pancarta con el lema de este año, 'Por la visibilidad lésbica'.</strong></span></p>
<p align="justify"><img src="http://megustamadrid.com/wp-content/uploads/2008/04/chueca.jpg" alt="" width="108" height="101" align="left" /><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">El paseo reivindicativo comenzó pasadas las 18.00 horas en la Puerta de Alcalá y contó la participación de la ministra de Igualdad, Bibiana Aído, junto con otras personalidades políticas y sindicales, como el secretario de Movimientos Sociales del PSOE, Pedro Zerolo, el coordinador general de IU, Gaspar Llamazares, o el secretario general de UGT, Cándido Méndez, entre otros.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Aído, que portaba un abanico con los colores del arcoiris, defendió la igualdad de todas las mujeres y de todos los colectivos con independencia de su orientación sexual, y afirmó que es el momento de decir "en voz alta" que apuestan "<strong>por la diversidad y por la igualdad</strong>".</span></p>
<div class="foto_mg">
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><img src="http://www.elpais.com/recorte/20080706elpmad_2/SCO250/Ies/asistentes_manifestacion.jpg" alt="Tres asistentes a la manifestación" width="250" height="250" align="left" /> </span></p>
<div class="ampliar">
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><a title="Tres asistentes a la manifestación [Ampliar fotograf�a]" href="http://www.elpais.com/fotografia/asistentes/manifestacion/elpdiaesp/20080706elpmad_2/Ies/" target="_blank"><img src="http://www.elpais.com/im/ico_ampliar.gif" border="0" alt="Ampliar" width="39" height="38" align="left" /></a></span></p>
</div>
</div>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">El acto transcurrió a través de las calles de Alcalá y Gran Vía hasta Plaza de España, donde el presidente de la Federación Estatal de Lesbianas, Gays, Transexuales y Bisexuales de España (FELGT), Antonio Poveda, leyó el manifiesto que cerraba el acto, al que siguieron diversas actuaciones.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Poveda reclamó que esta manifestación "no es del orgullo gay, <strong>es el orgullo de lesbianas, gays, transexuales y bisexuales</strong>, el orgullo de todos y todas", y se sumó a la petición de Zerolo al afirmar que su "dignidad e igualdad siguen recurridas".</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">La fiesta concluyó con diversos actuaciones de Querida Lola o una performance de Fredy Mercury. Durante toda la marcha los manifestantes cantaron y bailaron al ritmo del 'A quien le importa' de Alaska o el 'I will survive'. Entre las pancartas se podían leer lemas como <strong>'lesbiana, porque me gusta y me da la gana'</strong>.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:xx-small;">Tres asistentes a la manifestación</span><span class="agencia"><span style="font-size:xx-small;">- SAMUEL SÁNCHEZ</span></span></span></p>
<p align="justify"><span class="agencia"><span style="font-size:xx-small;">Fuente: <a href="http://www.elpais.com/articulo/madrid/orgullo/bien/visible/elpepiespmad/20080706elpmad_1/Tes" target="_blank">Elpais.es</a></span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Post antigo: Texto sobre trabalho e consumo.]]></title>
<link>http://relatividade.wordpress.com/2008/07/06/614/</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 17:43:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>relatividade</dc:creator>
<guid>http://relatividade.wordpress.com/2008/07/06/614/</guid>
<description><![CDATA[Em 21 de julho de 2007, quase um ano atrás, escrevi com base na lógica de minhas percepções diá]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Em 21 de julho de 2007, quase um ano atrás, escrevi com base na lógica de minhas percepções diárias, rápidas linhas sobre o tema do trabalho e do consumo. Hoje, quase um ano depois, percebi que esse post do blog tinha tido mais de 900 acessos. Por respeito a essas e futuras visitas ao post, resolvi melhorar a escrita desse pequeno texto livre e de base lógica. Reforço: é um texto curto, introdutório, não linear e nem científico, baseado apenas em minhas percepções. Íntegra dele<span style="color:#000000;"> <a href="../2007/07/21/trabalho-e-consumo-construindo-%E2%80%9Cobjetividades%E2%80%9D-e-subjetividades-parte-i/"><strong><em>AQUI</em></strong></a>.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Notas Breves | Seducere]]></title>
<link>http://ciudadtecnicolor.wordpress.com/?p=140</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 17:06:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>milenioesquizo</dc:creator>
<guid>http://ciudadtecnicolor.wordpress.com/?p=140</guid>
<description><![CDATA[Hoy, un homenaje (y una inversión) a Baudrillard:
Empecemos de una manera clásica. Seducir viene e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Hoy, un homenaje (y una inversión) a Baudrillard:</p>
<p>Empecemos de una manera clásica. Seducir viene etimologicamente de <em>seducere</em>, "apartar de la vía, extraviar la verdad". Seducir es, primero, negación de lo que se considera como "propio", devenir, conertirse en otra cosa. Seducir es, segundo, una situación de desasosiego. Un acto nihilista destinado al sacrificio. Un sacrificio por un juego infinito de reflejos. Perdida de sentido por sobreexposición.</p>
<p>¿Pero que ocurre si no hay ningún referente original de sentido? ¿Que ocurre, más justamente, si es la seducción la que crea el sentido -el sentido está en el "entre" de la seducción? ¿Y si la vida fuera un extravio constante de la verdad?</p>
<p>Seducción como voluntad de poder.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ "DR. ADOLFO VÁSQUEZ ROCCA" EXPOSICIÓN 'ESFERAS, FLUJOS Y COMPLEJIDAD EXTRAHUMANA'; PINTURAS EN BUENOS AIRES. ]]></title>
<link>http://philosophischeanthropologie.wordpress.com/?p=18</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 16:31:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>avrocca</dc:creator>
<guid>http://philosophischeanthropologie.wordpress.com/?p=18</guid>
<description><![CDATA[

 

 

 


Adolfo Vásquez Rocca

 
En Galería Sónar - Buenos Aires 
 

Espacio Expositivo Itaca ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><!-- google_ad_section_start --></p>
<div><!-- @page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } --></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;"> </span></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;"> </span></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><strong><span style="color:#ff6600;"> </span></strong></p>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="center"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"></p>
<div style="text-align:center;"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><img src="http://www.psikeba.com.ar/obras/expo2/imagenes/0_0_Anatomia_de_la_destructividad.jpg" alt="" width="399" height="281" /></span></div>
<div style="text-align:center;"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size:xx-small;"><strong><span style="font-family:helvetica;"><a href="http://www.danoex.net/adolfovasquezrocca.html">Adolfo Vásquez Rocca</a></span></strong></span></span></div>
<p></span></p>
<p align="center"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"> </span></p>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="center"><strong><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;color:#ff6600;"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size:medium;font-family:trebuchet ms,geneva;color:#800000;">En Galería Sónar - Buenos Aires </span></span></span></strong></p>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="center"><strong><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;color:#ff6600;"> </span></strong></p>
<div></div>
<div><strong><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;color:#ff6600;"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size:medium;font-family:trebuchet ms,geneva;color:#800000;">Espacio Expositivo Itaca [Homines Arte y Cultura] Málaga.</span></span></span></strong></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:large;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size:medium;color:#ff6600;"><span style="font-size:small;color:#ff6600;">Ver: </span></span></span><span style="font-size:x-large;"><span style="font-size:large;"><span style="font-size:medium;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><a href="http://www.google.cl/url?sa=t&#38;ct=res&#38;cd=14&#38;url=http%3A%2F%2Fwww.margencero.com%2Farticulos%2Fnew%2Fjoseph_beuys.html&#38;ei=xPtvSJKmIpym8AT4vKH1Aw&#38;usg=AFQjCNFeBtGPVOab4hR6lvJsKNWh9wPBQQ&#38;sig2=yE1usMLrImhHDBzJcZkB2Q"><strong>ADOLFO VÁSQUEZ ROCCA</strong> <strong>- Joseph Beuys: "Cada hombre, un artista"</strong></a></span></span></span></span></p>
<p><span class="m"> </span></p>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="center"><img src="http://www.mediateletipos.net/wp-content/images/2008/04/foarm_logo6.jpg" alt="http://www.mediateletipos.net/wp-content/images/2008/04/foarm_logo6.jpg" /></p>
<div></div>
<p align="justify"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;"> </span></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;"> </span></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:medium;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-family:trebuchet ms,geneva;color:#800000;"><span style="font-size:small;">Agosto – Noviembre de 2007</span></span></span></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:medium;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-family:trebuchet ms,geneva;"> </span></span></p>
<div></div>
<div><span style="font-size:medium;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-family:trebuchet ms,geneva;"><strong><span style="font-size:small;color:#800000;"> EXPOSICIÓN  "<a href="http://comunicacion.unab.cl/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=125&#38;Itemid=55">Esferas, flujos y complejidad extrahumana</a>" Galería SONAR -Arte y Estudios Culturales- Buenos Aires.</span></strong></span></span></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-family:trebuchet ms,geneva;"><br />
</span></p>
<div><span style="font-family:trebuchet ms,geneva;"><strong><span style="font-size:medium;"><span style="font-size:medium;"><a href="http://comunicacion.unab.cl/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=125&#38;Itemid=55">http://comunicacion.unab.cl/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=125&#38;Itemid=55</a></span></span></strong></span></div>
<div></div>
<p><!-- @page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="margin-bottom:0.21cm;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-family:trebuchet ms,geneva;"><span style="font-size:x-small;">Por Rosa Aksenchuk</span></span></span></p>
<p style="margin-bottom:0.21cm;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-family:trebuchet ms,geneva;"><br />
<span style="font-size:x-small;">- La producción pictórica de Adolfo Vásquez Rocca, tras exploraciones en el arte objetual y conceptual en su vertiente analítica, es otro registro de su trabajo crítico y ensayístico en torno a la condición posmoderna. El imaginario de esta muestra se nutre de los temas de la alteridad y los problemas identitarios del hombre contemporáneo, de su conflictuada relación con el paroxismo tecnológico y su agobio ante el vértigo de la información, así como frente a la alienación en las sociedades postmodernas. Las obras ofrecen una conceptualización del futuro. El espacio cultural de la reproducción, la era de la clonación y la cosificación del ser humano. La excesiva medicalización de nuestras sociedades, convertidas en verdaderos Estados terapéuticos. El autor avizora como la explosión de las nuevas tecnologías no sólo está conformando nuevas formas de subjetividad, sino también, y esto es lo más provocador, una 'nueva carne'. El cuerpo ha dejado de ser algo natural, se imponen los implantes, los injertos. La muestra es así una tentativa de comunicar la invasión del cuerpo, su fragmentación e incluso su vaciamiento”.</span></span></span></p>
<p style="margin-bottom:0.21cm;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-family:verdana,geneva;"><span style="font-family:trebuchet ms,geneva;"> </span> </span></p>
<p style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:verdana,geneva;"> </span></p>
<div style="text-align:center;"><span style="font-family:verdana,geneva;"><img src="http://www.psikeba.com.ar/obras/expo2/imagenes/0_0_Complejidad_extrahumana_Adolfo-vasquez-rocca.jpg" alt="" width="300" height="300" /></span></div>
<p style="margin-bottom:0;" align="center"><span style="font-size:small;font-family:verdana,geneva;"></p>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"><span style="font-size:xx-small;"><strong><a href="http://www.danoex.net/adolfovasquezrocca.html">Adolfo Vásquez Rocca</a></strong></span></div>
<p></span></p>
<p style="margin-bottom:0;" align="center"><span style="font-family:verdana,geneva;"> </span></p>
<div><span style="font-size:xx-small;font-family:verdana,geneva;"> </span></div>
<p><span style="font-size:x-small;font-family:verdana,geneva;"><br />
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<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:verdana,geneva;"> </span></p>
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<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:verdana,geneva;"><br />
</span></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><!-- @page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="margin-bottom:0.21cm;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:trebuchet ms,geneva;"> <span style="font-size:large;font-family:arial,helvetica,sans-serif;">“</span></span><span style="font-size:large;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size:x-small;font-family:trebuchet ms,geneva;"><span style="font-size:11pt;">Operando desde las imágenes la desestabilización del cuerpo como un híbrido difícil de precisar. En estas imágenes por momentos turbadoras, aparece el sujeto en su radical alteridad en el límite de estar ya desposeído de sí mismo, sin intimidad posible, totalmente expuesto en la sociedad del espectáculo, vuelto hacia las formas de la exterioridad. Nuestra soledad demanda un espejo simbólico en el cual poder reencontrar a los otros. Buscamos en el espejo la unidad de una imagen a la que sólo llevamos nuestra fragmentación, arrojados a la extrañeza de un mundo sin coartada dramática. Más allá de la representación de la realidad, nos topamos con estas obras en una especie e Laboratorio donde se ensaya la provisional puesta entre paréntesis del mundo para auscultarlo. Así la obra de Adolfo Vásquez Rocca, anacrónica y contemporánea, impone un irreductible singularidad que subvierte el eclipsante ideario de nuestro tiempo. Una vez más la cuestión del estatuto de lo "humano" -de “Las Reglas para el Parque Humano”- nos sumerge en el apasionante debate en torno a la existencia en sus límites o más allá de ellos, en la condición posthumana, allá donde asoma el sobre-hombre de Nietzsche; El Cuerpo sin Órganos de Deleuze, el autor, filósofo de profesión, sabe dejar pistas escatológicas y claves hermenéuticas para remitirnos a un ideario y a un corpus de autores que con resonancias espirituales y postmetafísicas han dado cuenta del hombre contemporáneo en algunos casos como una animalitas fracasada -un metafísico animal de la ausencia- según lo ha denominado Sloterdijk o como un simulacro, como una paroxística representación de sí mismo al infinito, según la expresión de Baudrillard”.</span></span></span></p>
<p style="margin-bottom:0;" align="justify">
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:helvetica;"> </span></p>
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<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:helvetica;"> </span></p>
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<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:helvetica;"> </span></p>
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<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:helvetica;"></p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://www.psikeba.com.ar/obras/expo2/imagenes/0001_Cuerpo_extremo_y_Filosofia_del_limite_AVR.jpg" alt="" width="411" height="264" /></div>
<div style="text-align:center;">
<h2 class="r"><span style="font-size:xx-small;"><strong><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><a href="http://www.danoex.net/adolfovasquezrocca.html">Adolfo Vásquez Rocca</a></span></strong></span></h2>
</div>
<div style="text-align:center;"></div>
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<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:helvetica;"> </span></p>
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<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:helvetica;"><br />
</span></p>
<div></div>
<p><!-- @page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="margin-bottom:0.21cm;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:trebuchet ms,geneva;"> <span style="font-size:large;font-family:arial,helvetica,sans-serif;">“</span></span><span style="font-size:large;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size:x-small;font-family:trebuchet ms,geneva;"><span style="font-size:11pt;">Así, como en “La sociedad del espectáculo” y “La transparencia del mal”, ante el horror de lo real que amenaza ciertamente con devorarnos, la existencia desfallece, se hunde en las procelosas aguas del nihilismo; con “El desprecio de las masas” nos toca hoy ubicar remotos oasis, en el desierto del mediodía del mundo moderno. Mientras tanto una masa indigna, llegada con retraso a una Ilustración ya desilusionada, se solaza en recrear “La violencia de lo sagrado”, sin recaer en guiños moralistas ni incurrir en en el exceso discursivo, en el dibujo psicologista indiscriminado de lo demasiado humano, sino de manera contenida estas obras nos permiten emocionarnos con la soledad turbadora de personajes que parecen deambular en búsqueda de un tiempo jamás recobrado”.</span></span></span></p>
<p style="margin-bottom:0.21cm;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:trebuchet ms,geneva;"><br />
</span></p>
<p><span style="font-size:x-small;font-family:trebuchet ms,geneva;"><br />
</span></p>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:trebuchet ms,geneva;"><img src="http://www.homines.com/itaca/adolfo_vazquez/arquitectura_06.jpg" alt="" width="274" height="400" /></span></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="center"><span style="font-size:xx-small;font-family:times new roman,times;"><a href="http://www.danoex.net/adolfovasquezrocca.html">Adolfo Vásquez Rocca</a></span></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:trebuchet ms,geneva;"> </span></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:trebuchet ms,geneva;"> </span></p>
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<p><span style="font-size:x-small;font-family:trebuchet ms,geneva;"> </span></p>
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<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:trebuchet ms,geneva;"> </span></p>
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<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:trebuchet ms,geneva;"><br />
</span></p>
<div></div>
<p><!-- @page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="margin-bottom:0.21cm;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:trebuchet ms,geneva;"> <span style="font-size:large;font-family:arial,helvetica,sans-serif;">“</span></span><span style="font-size:large;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size:x-small;font-family:trebuchet ms,geneva;"><span style="font-size:11pt;">Con la Exposición que aquí presentamos -“Esferas, flujos y complejidad extrahumana”- nos toca hoy repensar una existencia digna en el horizonte omnímodo del nihilismo, cuando tanta “Arqueología del saber” y otras tantas potencias redentoras a las cuales confiaron los hombres el rescate de su ser, han periclitado, convertidas en parodias de simulacros neuróticos o incluso psicóticos”.</span></span></span></p>
<p style="margin-bottom:0.21cm;line-height:150%;" align="justify">
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"> </span></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"> </span></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"></p>
<div style="text-align:center;">
<div><img class="elegantegris" src="http://www.homines.com/itaca/vazquez_condicion_posthumana/14_el_imperio_de_lo_efimero.jpg" alt="" width="398" height="400" /></div>
<div></div>
<div></div>
</div>
<p></span></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"> </span></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="center"><span style="font-size:xx-small;"> </span><span style="font-size:xx-small;font-family:times new roman,times;"><a href="http://www.danoex.net/adolfovasquezrocca.html">Adolfo Vásquez Rocca</a></span></p>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify">
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><!-- @page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="margin-bottom:0.21cm;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:trebuchet ms,geneva;"> <span style="font-size:large;font-family:arial,helvetica,sans-serif;">“</span></span><span style="font-size:large;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size:x-small;font-family:trebuchet ms,geneva;"><span style="font-size:11pt;">La morfología y la anatomía se encuentran en una mesa de disección, la que parece ser su paleta de colores o de materiales -mejor aún- de la fatiga de material. De la fatiga de las historias, de la deriva del yo, de su final disolución, tal como lo insinúan la borradura de los rostros en estas pinturas. El hombre que ha dejado de ser humano, para adentrarse en una condición post-humana, el cyborg, el androide -con referencias a la cópula animal-máquina. O tal vez se trate de máquinas célibes. De injertos, prótesis e implantes. La atmósfera de estas pinturas es la de la trasgresión de fronteras entre lo natural y lo artificial. Elementos de este tipo encontramos en buena parte de la obra ensayística del artista”.</span></span></span></p>
<p style="margin-bottom:0.21cm;line-height:150%;" align="justify">
<p align="center">
<div><span style="font-size:x-small;font-family:helvetica;"><img src="http://www.homines.com/itaca/adolfo_vazquez/arquitectura_04.jpg" alt="" width="499" height="369" /></span></div>
<p align="center"><span style="font-size:xx-small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><strong><a href="http://www.danoex.net/adolfovasquezrocca.html"><strong><strong><strong>Adolfo Vásquez Rocca</strong></strong></strong></a></strong></span></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"> </span></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"> </span></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"></p>
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<p></span></p>
<div></div>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"> </span></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"> </span></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><br />
</span></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><!-- @page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="margin-bottom:0.21cm;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:trebuchet ms,geneva;"> <span style="font-size:large;font-family:arial,helvetica,sans-serif;">“</span></span><span style="font-size:large;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size:x-small;font-family:trebuchet ms,geneva;"><span style="font-size:11pt;">Sensible a los avatares de nuestra época, Adolfo Vásquez Rocca se asoma a través de sus obras, en una mirada apocalíptica, a los escenarios de la devastación, a la gestión de la catástrofe. En su pintura se observan sujetos replicantes deambulando en escenarios postnucleares, alterados sinápticamente como consecuencia de la polución ambiental y los elevados niveles de estática que se emiten desde pantallas y monitores sin testigo. Se advierte también la disolución de la identidad en el advenimiento de una era eugenésica en la que el cuerpo de neurólogos y cirujanos se ha posicionado como casta dominante, el gobierno está en manos de obsesos de la experimentación genética. Es la dictadura de la prescripción farmacológica. El eje articulador de la muestra parece así estar constituido por las nociones de “alteridad” e “identidad”. Una iconografía de la desaparición y del olvido, con su consecuente iconográfica famélica en la representación de la figura humana, estilizada hasta la anorexia, nueva deriva a-perceptiva en tiempos de crisis alimenticio-identitaria. Una deriva replicante de la identidad en la que ya no hay vestigios de reconocimiento posible”.</span></span></span></p>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify">
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="center">
<div><img src="http://www.homines.com/itaca/adolfo_vazquez/arquitectura_12.jpg" alt="" width="479" height="400" /></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="center"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"></p>
<div style="text-align:center;"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size:xx-small;"><strong><span style="font-family:helvetica;"><a href="http://www.danoex.net/adolfovasquezrocca.html">Adolfo Vásquez Rocca</a></span></strong></span></span></div>
<p></span></p>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify">
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"> </span></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><strong><span style="font-size:x-large;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size:xx-small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size:11pt;"><a href="http://www.psikeba.com.ar/obras/expo2/Adolfo_Vasquez_Rocca_Exposicion.htm">http://www.psikeba.com.ar/obras/expo2/Adolfo_Vasquez_Rocca_Exposicion.htm</a></span> </span><br />
</span></span></strong></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><strong><span style="font-size:x-large;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size:11pt;"><a href="http://www.psikeba.com.ar/obras/expo2/0001_Complejidad_Extrahumana.htm">http://www.psikeba.com.ar/obras/expo2/0001_Complejidad_Extrahumana.htm</a></span></span></span></strong></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><!-- @page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><br />
</span></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:trebuchet ms,geneva;">Lic. Rosa Aksenchuk</span></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:trebuchet ms,geneva;">Curadora</span></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:trebuchet ms,geneva;">Buenos Aires</span></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><!-- @page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:trebuchet ms,geneva;"><span style="font-size:11pt;"><a href="http://www.psikeba.com.ar/RA/autor.htm">http://www.psikeba.com.ar/RA/autor.htm</a></span></span></p>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify">
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify">
<div></div>
<p align="justify"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"> </span></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"> </span></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"> </span></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><!-- @page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<div></div>
<div><strong><span style="font-family:trebuchet ms,geneva;color:#ff6600;"><span style="font-size:small;">EXPOSICIÓN</span></span></strong></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><strong><span style="font-family:trebuchet ms,geneva;"> </span></strong></p>
<div></div>
<div></div>
<div><strong><span style="font-family:trebuchet ms,geneva;"><span style="font-size:small;color:#ff6600;"> “</span><span style="font-size:small;color:#ff6600;">LA CONDICIÓN POSTHUMANA II; '<em>ESFERAS, FLUJOS Y COMPLEJIDAD EXTRAHUMANA'”</em></span></span></strong></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify">
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify">
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="center"><img src="http://www.ucm.es/info/nomadas/12/avrocca6.jpg" alt="http://www.ucm.es/info/nomadas/12/avrocca6.jpg" /><br />
<span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size:xx-small;"><strong><span style="font-family:helvetica;"><a href="http://www.danoex.net/adolfovasquezrocca.html">Adolfo Vásquez Rocca</a></span></strong></span></span></span></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:trebuchet ms,geneva;">Autor: Adolfo Vásquez Rocca</span></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:trebuchet ms,geneva;">Fecha: Agosto – Noviembre de 2007</span></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:trebuchet ms,geneva;">Lugar: Espacio expositivo ITACA, Málaga.</span></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:trebuchet ms,geneva;">Dirección: <strong><a href="http://www.homines.com/itaca/vazquez_condicion_posthumana/index.htm">http://www.homines.com/itaca/vazquez_condicion_posthumana/index.htm</a></strong></span></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><br />
</span></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:trebuchet ms,geneva;">Por <strong>Susana Hermoso-Espinosa García</strong></span></p>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify">
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify">
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"> </span></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"></p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://www.psikeba.com.ar/obras/expo2/imagenes/0_0_Puntualizaciones_sobre_el_amor_de_transferencia.jpg" alt="" width="281" height="264" /></div>
<div style="text-align:center;"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size:xx-small;"><strong><span style="font-family:helvetica;"><a href="http://www.danoex.net/adolfovasquezrocca.html">Adolfo Vásquez Rocca</a></span></strong></span></span></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<p></span></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"> </span></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><br />
</span></p>
<div></div>
<p><!-- @page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="margin-bottom:0.21cm;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:medium;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-family:trebuchet ms,geneva;"><span style="font-size:x-small;">"Exposiciones como la que ahora nos ocupa, nos sitúan ante un hecho sociocultural que reclama una reflexión exigente capaz de orientar hacia el interior. Si la pintura, como pensara Norman Bryson, tiene algún poder intrínseco, que ejerce su propio territorio, ese es el exceder las fijezas de la representación; un sabotaje se produce entre la mirada y el vistazo, en un desplazamiento hacia el placer que aporta el cuerpo del pintor a la superficie bidimensional:’el cuadro puede estar eclipsado en sus propias representaciones, puede desaparecer como un dios, en la abundancia de sus atributos; pero es hacia fuera, desde su musculatura invisible, y no hacia adentro, desde su mirada ávida, hacia donde fluyen las imágenes’.</span></span></span></p>
<p style="margin-bottom:0.21cm;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-family:trebuchet ms,geneva;"> </span></p>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify">
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"> </span></p>
<div></div>
<p align="justify"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"> </span></p>
<div></div>
<p><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"></p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://www.psikeba.com.ar/obras/expo2/imagenes/0_0_Historia_de_la_Clinica_AVR.jpg" alt="" width="246" height="312" /></div>
<div style="text-align:center;"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size:xx-small;"><strong><span style="font-family:helvetica;"><a href="http://www.danoex.net/adolfovasquezrocca.html">Adolfo Vásquez Rocca</a></span></strong></span></span></div>
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<div><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"></p>
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<p></span></p>
<div><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"></p>
<div style="text-align:center;"></div>
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<p><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"> </span></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"> </span></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"> </span></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><!-- @page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="margin-bottom:0.21cm;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:medium;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-family:trebuchet ms,geneva;"><span style="font-size:x-small;">En una referencia analítica de las obras concretas que se nos presentan en esta exposición, observaremos que ellas componen un amplio abanico de posibilidades de las pocas tendencias de nuestro, por otro lado, casi inagotable actual lenguaje plástico se escapan. La hibridación de objetos la realiza Adolfo Vásquez Rocca con una fuerza, de veras impresionante por la originalidad de su inventiva y por el cúmulo de sugestiones que comporta.</span></span></span></p>
<div></div>
<div><img class="elegantegris" src="http://www.homines.com/itaca/vazquez_condicion_posthumana/15_la_sociedad_del_espectaculo.jpg" alt="" width="296" height="400" /></div>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="center"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size:xx-small;"><strong><span style="font-family:helvetica;"><a href="http://www.danoex.net/adolfovasquezrocca.html">Adolfo Vásquez Rocca</a></span></strong></span></span></p>
<p style="margin-bottom:0.21cm;line-height:150%;" align="justify">
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><!-- @page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="margin-bottom:0.21cm;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:medium;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-family:trebuchet ms,geneva;"><span style="font-size:x-small;">El estilo de este artista transita de una manera muy particular por la ‘nueva figuración’, no es un simple nuevo realismo al modo de la tendencia concreta acuñada por Pierre Restany; nada hay que sea caprichoso, sino que todo está animado por una intencionalidad y alumbrado por una conciencia lucida. Es realmente un arte crudamente realista, aun cuando no se trata una representación, o mera ilustración cosmética, sino de la presentación de una realidad que por momentos deviene incomoda y corrosiva, un poco como Bacon y otros autores de la Escuela del Desastre. Por esto la obra que aquí presentamos no es sólo una crónica de nuestro tiempo y nuestra condición posthumana, sino también un estigma de la circunstancia, una exudación extraestética y anestésica al modo de recursos farmacológicos que nos permiten enfrentar la realidad diluida de su amenaza y sin coartadas dramáticas. Es, precisamente, esta función de diagnostico de época y estrategias de sobrevivencia lo que determina el valor polisémico y multilineal de de esta Exposición que a través de miradas provocadoras e interpelaciones invitan al dialogo con la obra.</span></span></span></p>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify">
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"> </span></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"></p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://www.psikeba.com.ar/obras/expo2/imagenes/0_00_Panoptico_AVR_.jpg" alt="" width="413" height="300" /></div>
<div style="text-align:center;"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size:xx-small;"><strong><span style="font-family:helvetica;"><a href="http://www.danoex.net/adolfovasquezrocca.html">Adolfo Vásquez Rocca</a></span></strong></span></span></div>
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<p></span></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"> </span></p>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><br />
</span></p>
<div></div>
<p><!-- @page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="margin-bottom:0.21cm;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:medium;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-family:trebuchet ms,geneva;"><span style="font-size:x-small;">En Adolfo Vásquez Rocca se cumple una vocación decidida de hallar un lenguaje plástico adecuado al descontento con la posmodernidad y los vicios del mundo moderno; de partir de una idea crítica para desarrollar una obra contundente en la que la anécdota cobra una dimensión universal y cuya lectura es un invitación a adentrarse en un simulacro cuyo efecto es el de la perplejidad al constatar que vivimos en un universo extrañamente parecido al original, donde -las cosas aparecen, como señalaba Baudrillard, replicadas por su propia escenificación”.</span></span></span></p>
<p style="margin-bottom:0.21cm;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:medium;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="color:#800000;"><br />
</span></span></p>
<p style="margin-bottom:0.21cm;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:medium;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-family:trebuchet ms,geneva;color:#800000;"><span style="font-size:x-small;">Curadora</span></span></span></p>
<p style="margin-bottom:0.21cm;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:medium;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-family:trebuchet ms,geneva;color:#800000;"><span style="font-size:x-small;">Lic. Susana Hermoso-Espinosa García</span></span></span></p>
<p style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:trebuchet ms,geneva;color:#800000;"><span style="font-size:x-small;">Museóloga e Historiadora del Arte, Málaga</span></span></p>
<p style="margin-bottom:0;" align="center">
<p style="margin-bottom:0;" align="center"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;">Galería: EXPOSICIÓN “ESFERAS, FLUJOS Y COMPLEJIDAD EXTRAHUMANA” </span></p>
<p style="margin-bottom:0;" align="justify">
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="right"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"> </span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><img src="http://www.humboldt.edu/%7Efirst/images/education/HSU-Art-Education-students-prepare-their-lessons.jpg" alt="http://www.humboldt.edu/~first/images/education/HSU-Art-Education-students-prepare-their-lessons.jpg" /></span></p>
<p style="margin-right:0.66cm;line-height:150%;" align="center"><span><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size:xx-small;"><strong><span style="font-family:helvetica;"><a href="http://www.danoex.net/adolfovasquezrocca.html">Exposición de Adolfo Vásquez Rocca</a></span></strong></span></span></span></span></p>
<p style="margin-right:0.66cm;line-height:150%;" align="center">
<div style="text-align:center;"><img src="http://www.ifg-ulm.de/typo3temp/pics/0b97029b6a.jpg" alt="" width="500" height="380" /></div>
<div><span><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size:xx-small;"><strong><span style="font-family:helvetica;"><a href="http://www.danoex.net/adolfovasquezrocca.html">Exposición de Adolfo Vásquez Rocca</a></span></strong></span></span></span></span></div>
<div></div>
<div></div>
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<div>
<p style="margin-left:0.95cm;margin-bottom:0;line-height:150%;text-align:center;"><img src="http://kunst-blog.com/img_wcb_007.jpg" alt="http://kunst-blog.com/img_wcb_007.jpg" /></p>
<p style="margin-left:0.95cm;margin-bottom:0;line-height:150%;text-align:center;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:small;"><a href="http://www.google.cl/url?sa=t&#38;ct=res&#38;cd=4&#38;url=http%3A%2F%2Fwww.danoex.net%2Fadolfovasquezrocca.html&#38;ei=aWxCR7KeOKW8gQKOyM20DA&#38;usg=AFQjCNFMSOxDLef0-CrlQs5JCAaWjs_Zlw&#38;sig2=07K-YqfI9y8vvjehxcLxtw"><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:xx-small;"><strong>Crítica de Arte  por Adolfo Vásquez Rocca</strong></span></span></a></span></span></span></p>
<p style="margin-left:0.95cm;margin-bottom:0;line-height:150%;text-align:center;">
</div>
<div></div>
<div>
<div style="text-align:center;"><img src="http://img20.imageshack.us/img20/4425/adolfovasquezroccaexpopnr3.jpg" alt="http://img20.imageshack.us/img20/4425/adolfovasquezroccaexpopnr3.jpg" /></div>
</div>
<div><a href="http://www.danoex.net/adolfovasquezrocca.html">Exposición de Adolfo Vásquez Rocca</a></div>
<div></div>
<div></div>
<div><img src="http://miradadelechuza.files.wordpress.com/2007/11/adolfo-vasquez-_foto-arte_-beuys-21-nov-2007.jpg" alt="http://miradadelechuza.files.wordpress.com/2007/11/adolfo-vasquez-_foto-arte_-beuys-21-nov-2007.jpg" width="409" height="588" /></div>
<div><a href="http://www.danoex.net/adolfovasquezrocca.html">Adolfo Vásquez Rocca</a></div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<div>
<p><img src="http://www.nu-art.com/final/visual.jpg" alt="http://www.nu-art.com/final/visual.jpg" /></div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<div><a href="http://www.google.cl/url?sa=t&#38;ct=res&#38;cd=7&#38;url=http%3A%2F%2Fwww.danoex.net%2Fadolfovasquezrocca.html&#38;ei=i4wkR_ykDKPIec2khK8C&#38;usg=AFQjCNFMSOxDLef0-CrlQs5JCAaWjs_Zlw&#38;sig2=iBFjORsfZSVrYE7n31j1gA"><br />
</a></div>
<div></div>
<div></div>
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<div></div>
<div><img src="http://revista.escaner.cl/files/1%20A%200%20006.jpg" alt="http://revista.escaner.cl/files/1%20A%200%20006.jpg" /></div>
<div><span style="font-family:times new roman,times;"><span style="font-size:xx-small;"><a href="http://www.google.cl/url?sa=t&#38;ct=res&#38;cd=7&#38;url=http%3A%2F%2Fwww.danoex.net%2Fadolfovasquezrocca.html&#38;ei=i4wkR_ykDKPIec2khK8C&#38;usg=AFQjCNFMSOxDLef0-CrlQs5JCAaWjs_Zlw&#38;sig2=iBFjORsfZSVrYE7n31j1gA">Dr. Adolfo Vásquez Rocca Taller de Arte y Diseño</a></span></span></p>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="center">
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="center">
<div>
<p style="text-align:center;"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><img class="reflect" src="http://farm1.static.flickr.com/145/436956117_f831a98e2d.jpg?v=1175057812" alt="" width="500" height="208" /></span></p>
</div>
<p><a href="http://www.danoex.net/adolfovasquezrocca.html">Exposición Adolfo Vásquez Rocca Estética y Teoría del Arte</a></p>
<div></div>
<div></div>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="left">
</div>
<div></div>
<div>
<p style="margin-left:0.95cm;margin-bottom:0;line-height:150%;text-align:center;"><img src="http://img472.imageshack.us/img472/683/adolfovasquezroccazh8.jpg" alt="http://img472.imageshack.us/img472/683/adolfovasquezroccazh8.jpg" align="left" /></p>
</div>
<div>
<div>
<h2 class="r"></h2>
<p><span style="font-size:xx-small;font-family:times new roman,times;"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><strong><a href="http://www.danoex.net/adolfovasquezrocca.html"><strong><strong><strong>Adolfo Vásquez Rocca</strong></strong></strong></a></strong></span></span></div>
</div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<p><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><br />
</span></p>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size:x-small;font-family:trebuchet ms,geneva;"> Doctor en Filosofía por la Pontificia Universidad Católica de Valparaíso; Postgrado Universidad Complutense de Madrid, Departamento de Filosofía IV, Estética y Pensamiento Contemporáneo. Profesor de Postgrado del Instituto de Filosofía de la PUCV, Profesor de Antropología y de Estética en el Departamento de Artes y Humanidades de la Universidad Andrés Bello UNAB. En Octubre de 2006 y 2007 es invitado por la Fundación Hombre y Mundo y la UNAM a dictar un Ciclo de Conferencias en México. Profesor visitante de la Benemérita Universidad Autónoma de Puebla. Profesor asociado al Grupo Theoria, Proyecto europeo de Investigaciones de Postgrado UCM. </span></span></div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<p><span style="font-size:x-small;font-family:verdana,geneva;"></p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://www.psikeba.com.ar/actualizaciones/archivo_04_06/imagenes/Sloterdijk_Seminario7.jpg" alt="http://www.psikeba.com.ar/actualizaciones/archivo_04_06/imagenes/Sloterdijk_Seminario7.jpg" /></div>
<p></span></p>
<div>Instituto de Filosofía de la Pontificia Universidad Católica de Valparaíso - Postgrado</div>
<p><strong><a href="http://roai.mcu.es/es/consulta/busqueda_referencia.cmd?campo=idautor&#38;idValor=3440">Directorio de recursos digitales - Ministerio de Cultura, España</a></strong></p>
<p><a href="http://roai.mcu.es/es/consulta/busqueda_referencia.cmd?campo=idautor&#38;idValor=3440">http://roai.mcu.es/es/consulta/busqueda_referencia.cmd?campo=idautor&#38;idValor=3440</a></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="468" bgcolor="#f0f0f0">
<tbody>
<tr style="color:#ffffff;" valign="middle" bgcolor="#666666">
<td colspan="3" height="19"><span>conferencias</span></td>
</tr>
<tr align="left" valign="top">
<td colspan="3">
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="98%" align="left">
<tbody>
<tr>
<td rowspan="2" width="47%" align="left" valign="top" scope="row"><a href="http://www.psikeba.com.ar/AVR/Mexico2006/2007.htm" target="_blank"><img src="http://www.psikeba.com.ar/AVR/Mexico2007/Adolf_Conferencia_Nietzsche_2007c.jpg" alt="" width="200" height="152" /><!-- 						D(["mb","\n\u003c/a\&#62;\u003c/td\&#62;\n                        \u003ctd height\u003d\"69\" valign\u003d\"middle\" width\u003d\"53%\"\&#62;\u003cspan\&#62;Dr. Adolfo Vásquez Rocca. México 2007\u003c/span\&#62;\u003c/td\&#62;\n                      \u003c/tr\&#62;\n                      \u003ctr\&#62;\n                        \u003ctd valign\u003d\"top\"\&#62;\u003cem\&#62;Ciclo de Conferencias en México \u003cbr\&#62;\n  invitado por la Fundación Hombre y Mundo \u003cbr\&#62;\n                          y la UNAM\u003c/em\&#62;\u003cspan\&#62;\u003ca href\u003d\"http://www.psikeba.com.ar/AVR/Mexico2006/2007.htm\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\&#62;►\u003c/a\&#62;\u003c/span\&#62;\u003c/td\&#62;\u003c/tr\&#62;\u003c/tbody\&#62;\u003c/table\&#62;\u003c/td\&#62;\u003c/tr\&#62;\u003c/tbody\&#62;\u003c/table\&#62;\u003cbr\&#62;Ver: \u003cfont size\u003d\"4\"\&#62;\n\u003cspan style\u003d\"font-weight:bold\"\&#62;\u003ca href\u003d\"http://www.psikeba.com.ar/AVR/Mexico2006/2007.htm\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\&#62;http://www.psikeba.com.ar/AVR\u003cWBR\&#62;/Mexico2006/2007.htm\u003c/a\&#62;\u003c/span\&#62;\u003c/font\&#62;\u003cbr\&#62;",1] 						); 						D(["mb","\u003cspan class\u003dsg\&#62;\u003cbr clear\u003d\"all\"\&#62;\u003cbr\&#62;-->Dr. Adolfo Vásquez Rocca\n\u003c/span\&#62;",0] 						); 						//--&#62; </a></td>
<td width="53%" height="69" valign="middle"><span>Dr. Adolfo Vásquez Rocca. México 2007</span></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><em>Ciclo de Conferencias en México<br />
invitado por la Fundación Hombre y Mundo<br />
y la UNAM</em><span><a href="http://www.psikeba.com.ar/AVR/Mexico2006/2007.htm" target="_blank">►</a></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-size:small;font-family:trebuchet ms,geneva;"> Ver:</span><span style="font-size:small;font-family:trebuchet ms,geneva;"> </span><span style="font-size:small;font-family:trebuchet ms,geneva;"> <span style="font-weight:bold;"><a href="http://www.psikeba.com.ar/AVR/Mexico2006/2007.htm" target="_blank">http://www.psikeba.com.ar/AVR/Mexico2006/2007.htm</a></span></span></p>
<h2><span style="font-size:xx-small;"><a title="LA CRÍTICA DE ARTE Y LA ESTÉTICA CONTEMPORÁNEA Por Adolfo Vásquez Rocca" href="http://adolfovrocca.bligoo.com/content/view/178286/LA_CR_TICA_DE_ARTE_Y_LA_EST_TICA_CONTEMPOR_NEA_Por_Adolfo_V_squez_Rocca.html">LA CRÍTICA DE ARTE Y LA ESTÉTICA CONTEMPORÁNEA Por Adolfo Vásquez Rocca</a></span></h2>
<h2 class="r"><span style="font-size:small;font-family:trebuchet ms,geneva;"><a href="http://www.google.cl/url?sa=t&#38;ct=res&#38;cd=2&#38;url=http%3A%2F%2Fwww.psikeba.com.ar%2Fobras%2FAVR%2FAVR.htm&#38;ei=UWePR6v0NJPsgATNieicDQ&#38;usg=AFQjCNHpoYNDcrJLLZtcxPSHFn_a6IMXQQ&#38;sig2=ayxJR9ExWT3sCWJbFUat0A"><strong>Adolfo Vásquez</strong> Rocca - Exposición: La Condición Posthumana</a></span></h2>
<p><span style="font-size:small;font-family:trebuchet ms,geneva;"> </span></p>
<h2 class="r"><span style="font-size:small;font-family:trebuchet ms,geneva;"><a href="http://www.google.cl/url?sa=t&#38;ct=res&#38;cd=4&#38;url=http%3A%2F%2Fwww.homines.com%2Fitaca%2Fvazquez_condicion_posthumana%2Findex.htm&#38;ei=k2ePR82PJIbsgwSSvNmvDQ&#38;usg=AFQjCNFqqFC5aXco_I8Gw24KWAvXqF5LLg&#38;sig2=BYbhEV2rTiL1kalAPyIVbQ">La condición posthumana/ <strong>Itaca</strong>/ Homines. Portal de Arte y Cultura</a></span></h2>
<p><strong><span style="font-size:small;font-family:trebuchet ms,geneva;color:#ff6600;">Ver: </span></strong><a href="http://revista.escaner.cl/node/710"><strong><strong>ARQUITECTURA DE LA MEMORIA; CONSTRUIR, HABITAR, PENSAR</strong></strong></a></p>
<div><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:x-small;font-family:trebuchet ms,geneva;">Artículo "<strong><a href="http://www.enfocarte.com/7.33/rocca.html">Rostros y espacio interfacial; hacia una teoría del retrato en Sloterdijk</a></strong>", en ENFOCARTE Nº 33, Revista de Arte Patrocinada por la Secretaría de Cultura &#124; Gobierno de Buenos Aires. </span><a href="http://www.enfocarte.com/7.33/rocca.html"><span style="font-size:x-small;font-family:trebuchet ms,geneva;">http://www.enfocarte.com/7.33/rocca.htm</span>l</a></span></div>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;"> </span></p>
<p align="justify">
<h2 class="r"><a href="http://www.google.cl/url?sa=t&#38;ct=res&#38;cd=15&#38;url=http%3A%2F%2Frevista.escaner.cl%2Fnode%2F792&#38;ei=18FISP_VLIjqeZXBicwE&#38;usg=AFQjCNHXPnw-yYQbpUtU_OhbVA-w0mG7aw&#38;sig2=KlWdHeo8Dyb79ihOBtRT_w"><strong>LA CRÍTICA DE ARTE</strong> Y LA ESTÉTICA CONTEMPORÁNEA Por Adolfo Vásquez <strong>Rocca</strong></a></h2>
<p align="justify">
<div></div>
<div><a href="http://www.google.cl/url?sa=t&#38;ct=res&#38;cd=11&#38;url=http%3A%2F%2Fwww.enfocarte.com%2F5.26%2Fmoda.html&#38;ei=7QBwSKXKO4TQeq_h6eYC&#38;usg=AFQjCNGTAoA3DVJtrqL_H8S-trVmYRs3_Q&#38;sig2=Fs5fPaINaryV0CaCbM4YRA"><span style="font-size:medium;">Enfocarte.com - n°26 - Pensamiento: La moda en la posmodernidad</span></a></div>
<h2 class="r"><a href="http://www.google.cl/url?sa=t&#38;ct=res&#38;cd=11&#38;url=http%3A%2F%2Fwww.enfocarte.com%2F5.26%2Fmoda.html&#38;ei=7QBwSKXKO4TQeq_h6eYC&#38;usg=AFQjCNGTAoA3DVJtrqL_H8S-trVmYRs3_Q&#38;sig2=Fs5fPaINaryV0CaCbM4YRA"> </a></h2>
<p><img src="http://www.psikeba.com.ar/AVR/Mexico2007/Adolf_Conferencia_Nietzsche_2007.jpg" alt="http://www.psikeba.com.ar/AVR/Mexico2007/Adolf_Conferencia_Nietzsche_2007.jpg" /></p>
<p><span style="font-size:xx-small;font-family:times new roman,times;"><a href="http://www.danoex.net/adolfovasquezrocca.html">Dr. Adolfo Vásquez Rocca Pontificia Universidad Católica de Valparaíso - Universidad Andrés Bello</a> </span></p>
<p>Director</p>
<h2 class="r"><a href="http://www.google.cl/url?sa=t&#38;ct=res&#38;cd=6&#38;url=http%3A%2F%2Fwww.observacionesfilosoficas.net%2F&#38;ei=HgJwSJbYL5Xkeda00PYC&#38;usg=AFQjCNG7UBhJJ9gKsGEr0LIdJtQebC_naA&#38;sig2=5Q1qMeNBQEEUfxJCHAJ2zw">Revista Observaciones Filosóficas</a></h2>
<p><img src="http://img207.imageshack.us/img207/7520/00o0avisualphilosophyck2.jpg" alt="http://img207.imageshack.us/img207/7520/00o0avisualphilosophyck2.jpg" /></p>
<p align="justify"><span style="font-size:medium;">&#124; E-mail: <a href="mailto:adolfovrocca@gmail.com">adolfovrocca@gmail.com</a></span></p>
<div></div>
<h3 class="post-title entry-title"><span style="font-size:medium;"><a href="http://theoriaucm.blogspot.com/2008/02/peter-sloterdijk-esferas-helada-csmica.html">PETER SLOTERDIJK Libro de Adolfo Vasquez Rocca &#124; Institución Alfons el Magnànim (IAM) Valencia 2008</a></span></h3>
<div></div>
<p align="justify"><span style="font-size:medium;"><img src="http://deconcursos.com/images/imnoticias/977.gif" alt="//deconcursos.com/images/imnoticias/977.gif” porque contiene errores." /></span></p>
<p><img src="http://revista.escaner.cl/files/u37/1_Adolfo_V__squez_Rocca_Esferas_Sloterdijk_0.jpg" alt="Adolfo Vasquez Rocca Esferas Sloterdijk" width="650" height="398" /></p>
<p><span style="font-size:78%;"><a href="http://www.google.cl/url?sa=t&#38;ct=res&#38;cd=32&#38;url=http%3A%2F%2Fdialnet.unirioja.es%2Fservlet%2Fextaut%3Fcodigo%3D1053859&#38;ei=JqC4R7zMG5jceurB8cwM&#38;usg=AFQjCNFnxianO3SCOXZNXcgs7GvrK2uoQg&#38;sig2=wRcBPC9L0D7KfI6AulZC1w">Adolfo Vásquez Rocca Esferas de Peter Sloterdijk por Adolfo Vásquez Rocca</a></span><br />
<img src="http://www.alfonselmagnanim.com/images/barranueva.jpg" alt="" width="776" height="100" /></p>
<p><span style="font-size:small;"><span style="color:#513222;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-family:Arial,helvetica;"><span style="font-weight:bold;font-size:100%;color:#993300;">La Institució Alfons el Magnànim      (IAM)</span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-size:medium;">&#124; E-mail: <a href="mailto:adolfovrocca@gmail.com">adolfovrocca@gmail.com</a></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CÓDIGO E LINGUAGEM, METALINGUAGEM por décio pignatari]]></title>
<link>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=2721</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 15:52:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Equipe Palavreiros da Hora</dc:creator>
<guid>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=2721</guid>
<description><![CDATA[Vê-se por aí que código e linguagem são basicamente uma e mesma coisa, a ponto de podermos dizer]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:10pt;">Vê-se por aí que código e linguagem são basicamente uma e mesma coisa, a ponto de podermos dizer que o Português é um código, e o Inglês, outro. O que não impede que, sem certas circunstâncias, e para maior clareza, se faça uma distinção entre linguagem e código, como o faz Colin Cherry. Para ele, linguagem é "um vocabulário (de signos) e o modo de usá-los", um conjunto de signos e regras, tais como os que usamos na conversação diária, de um modo altamente flexível e, até, bastante "ilógico". As mensagens podem ser codificadas quando já expressas por meio de signos (letras, por exemplo); então, uma codificação seria uma transformação, geralmente unívoca e reversível, por meio da qual mensagens podem ser convertidas de um conjunto de signos para outro. O código semafórico e o código dos surdos-mudos – melhor ainda, o Código Morse – representam exemplos típicos. Dessa forma, as linguagens teriam um longo desenvolvimento orgânico, enquanto que os códigos seriam inventados para algum fim específico e sujeitos a regras explícitas. A verdade, no entanto, é que na medida em que se introduz a ambigüidade num código – ou seja, quando a sua reversibilidade não é perfeita – ele começa a tingir-se de certas características de linguagem, ou melhor, de língua.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:10pt;">De outra parte, convém fazer a distinção entre língua e linguagem, ainda mais quando vemos que, em Inglês e Francês, as palavras "language" e "langage" são tomadas como sinônimos de "língua", Por esta razão, no que nos toca, consideramos as línguas como manifestações particulares, fundamentais embora, da linguagem, e a Lingüística como um ramo da Semiótica, que pode, assim, ser considerada como a Linguagem (ou: princípios gerais que comandam toda e qualquer manifestação da linguagem).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:10pt;">No estudo da linguagem, uma última distinção se faz ainda necessária: entre linguagem-objeto e metalinguagem. Linguagem-objeto é a linguagem que se estuda; metalinguagem é a linguagem com que se estuda, é a linguagem instrumental, crítico-analítica, que permite estudar a linguagem-objeto sem com ela se confundir. Ou ainda: quando a linguagem-objeto se volta sobre si mesma, ela tende a ser metalinguagem, beneficiando-se da fenomenologia. Este fenômeno é particularmente notável nas revoluções artísticas e de "design" (Dada, neoplasticismo e pop, nas artes visuais; dodecafonismo, música serial e eletrônica, na música; "nouvelle vague", no cinema; Mallarmé, Joyce, Pound, poesia concreta, na literatura; a revista Mad em relação às linguagens dos meios de comunicação de massas; Mies Van Der Rohe, na arquitetura).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:10pt;">Segue-se daí que toda metalinguagem é marcadamente sintática, formal, estrutural. É por ignorância deste fato e pela tendenciosa e hegemônica formação cultural de tipo lingüístico (melhor dizer literário), que a maior parte da chamada crítica de arte – literária, visual, musical, cinematográfica, arquitetônica – se manifesta "literária" e subjetivamente: carece de metalinguagem adequada (voltada que está, aristotelicamente, para o "conceito", o "conteúdo" a "significação"). O criador está por dentro da linguagem; o crítico, por fora. O criador se alimenta de raízes da linguagem; o crítico, de suas folhas, flores e frutos. O mesmo se diga dos professores de nossas universidades, ao abordarem o fenômeno artístico. A metalinguagem é um processo dinâmico, mas é comum ver como ela tende a se estratificar em código, confundindo-se então com o jargão técnico, especializado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><em><span style="font-size:10pt;">Texto escrito em Janeiro de 1968.</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="font-size:10pt;">                                                 </span></em><em><span style="font-size:10pt;"><a href="http://palavrastodaspalavras.files.wordpress.com/2008/07/carpe-diem-foto-da-capa.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2722" src="http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/files/2008/07/carpe-diem-foto-da-capa.jpg" alt="" width="307" height="448" /></a></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="font-size:10pt;">     coletânea CARPE DIEM. Curitiba.</span></em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Entrada filosofica del momento]]></title>
<link>http://consustancia.wordpress.com/?p=39</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 14:32:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mr LOL</dc:creator>
<guid>http://consustancia.wordpress.com/?p=39</guid>
<description><![CDATA[Vemos lo que creemos, y no al contrario; para cambiar lo que vemos es a veces necesario cambiar lo q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em>Vemos lo que creemos, y no al contrario; para cambiar lo que vemos es a veces necesario cambiar lo que creemos.</em></p>
<ul>
<li><strong>Jeremy Narby en <em>"La Serpiente Cósmica"</em></strong></li>
</ul>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rumorejando (Com a volta da inflação, cada vez mais o cinto apertando). - por josé zokner (juca)]]></title>
<link>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=2710</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 13:16:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Equipe Palavreiros da Hora</dc:creator>
<guid>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=2710</guid>
<description><![CDATA[ 
PEQUENAS CONSTATAÇÕES, NA FALTA DE MAIORES.
Constatação I
Rico é bem-intencionado; pobre, é]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">PEQUENAS CONSTATAÇÕES, NA FALTA DE MAIORES.</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação I</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Rico é bem-intencionado; pobre, é faccioso.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação II</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Rico pondera; pobre, é leviano.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação III</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Fui defender minha liderança</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Dentro do meu doce lar</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Como após a tempestade</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Sobrevém a bonança</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">A também doce cara-metade</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Mandou, sem mais delongas,</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Xingando-me de xongas*</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Eu, incontinente, pirar**.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">*Xongas = “coisa nenhuma, nada” (Houaiss).</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><strong><span>** </span></strong><span>Pirar<strong> = “</strong>R</span><span>etirar-se discretamente, cair fora, dar o pira” (Houaiss).</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação IV</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Em certos países, os assaltantes matam como se fosse a coisa mais corriqueira do mundo. Pelo jeito, pra quem não se importa com o fato, também...</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação V</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>Deu na mídia: “</span><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT">IBGE: mortalidade infantil caiu 64% de 1980 a 2006”. <strong>Rumorejando:</strong> Imortalidade de deputados e senadores não caiu. Sempre foi de 0%. Salvo rarísssimas (assim mesmo, com três esses para enfatizar o fato...) exceções, alguém se lembra de algum deputado e/ou senador que mereça os encômios da nação?</span></span><span class="cnoticia"><strong><span></span></strong></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><strong><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação VI (“Poesia” do cotidiano).</span></span></span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Ponderou com a patroa</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Que a comida não tava boa.</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">“Vai comer no boteco da esquina</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Lá o ‘Jesus me chama’</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">É iguaria fina,</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Recheada com salmonela,</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Cozida numa suja panela.</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Aí, você cai de cama</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">E, mais depois, finado, </span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Nunca mais reclama</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Do meu suculento</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Cardápio de ensopado</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Preparado com esmero</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Em fogo lento</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">E sem exagero</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Do meu preferido tempero”.</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Coitado!</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><strong><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação VII</span></span></span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Rico faz acordo; pobre, conluio*.</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT">*Conluio = </span></span><span class="cnoticia"><span lang="PT">“C</span></span><span>umplicidade para prejudicar terceiro(s); colusão, trama; ajuste maléfico” (Houaiss).</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação VIII</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Não se pode confundir <strong>desperto </strong>com <strong>esperto</strong> até porque tem que ser <strong>esperto</strong> para adormecer, quer dizer não <strong>desperto</strong> quando se ouvem discurso de político e/ou as empulhações em época do horário gratuito. E, que fique bem claro, de todos os partidos, sem exceção. A recíproca é como é e tá acabado. Tenho democraticamente dito.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação IX</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">A pedido do meu dentista</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Fiz uma panorâmica,</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Um baita de um raio-x. </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Eu não sou alarmista</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Mas a chapa revelada</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">De vermelho tava manchada</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">E me deixou assaz infeliz:</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Mostrou dois dentes de cerâmica,</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Pontiagudos, assim como, também,</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Os que lembram Frankenstein.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação X</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">“Só um segundo”,</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Ela falou</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Ao telefone.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Ele esperou</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Sem estar insone</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Mas, com a demora</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">E o adiantado</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Da hora</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Caiu num sono profundo</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Quando acordou</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Só escutou</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Ti... ti... ti...</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Aí, incomodado</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Pôs-se a pensar</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Num raio, não o do círculo,</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Nem o da circunferência,</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Mas o “que a parta”,</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Já que ela está de mim farta.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">E se pôs a cantar,</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Da vida, fulo,</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Sem muita paciência,</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">O bolero “Sem ti”.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">E se sentindo no abandono</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Também um pobre dum mono,</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Perdeu totalmente o sono.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">“Vou pôr os pingos no i”,</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Pensou todo amuado.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Coitado!</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação XI (Subsídios para uma nova versão de uma velha marchinha de carnaval).</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Passou pela minha moleira,</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">No fim duma segunda-feira</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Qual um vento numa veneta*,</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Que o pirata da perna de pau</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Absolutamente não é perneta</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Tampouco, tem cara de mau.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="color:black;">*Veneta = “</span><span style="color:black;" lang="EN-US">impulso repentino”.</span><span style="color:black;"></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação XII</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Não se pode confundir <strong>balela</strong> com <strong>baleia</strong>, principalmente quando alguém conta que montou numa <strong>baleia </strong>e com o guarda-chuva aberto saiu velejando por mares nunca antes navegados. Não acreditem porque é uma <strong>balela</strong>. Afinal, não tem guarda-chuva que resista ao vento, sem virar no avesso, provocado por uma <strong>baleia</strong> singrando o oceano na velocidade que ela normalmente costuma...</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação XIII</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="color:black;">Deu na mídia: “</span><span lang="PT">Um em cada quatro casais no Japão não faz sexo, diz pesquisa”. Taí mais uma notícia de transcendental importância para o futuro da Humanidade. Salvo no lamentável caso de se generalizar pelo mundo afora, virando epidemia, endemia, pandemia, coisas assim desse jaez...</span><span style="color:black;"></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação XIV</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Amor, teu nome é ternura;</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Desamor, teu nome é agrura.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Benquerença, teu nome é doçura.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Desavença, teu nome é broxura</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação XV (Coitado!).</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Ela sempre cerzia</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">As meias do marido.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">O dedão, um dia,</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Também ficou cerzido.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação XVI (Dúvida crucial, via pseudo-haicai).</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Dela, a terrível vendeta</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Foi exagerar na dose</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Da pimenta malagueta?</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação XVII (De diálogos um tanto burocráticos e um tanto rimados).</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">-“Quero que você me apronte</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">O teu atestado de residência”.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">-“A senhora tenha paciência,</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Ainda to morando debaixo da ponte”.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><strong><span style="color:black;">E-mail:</span></strong><span style="color:black;"> </span><span><a href="mailto:josezokner@rimasprimas.com.br"><span style="color:windowtext;">josezokner@rimasprimas.com.br</span></a><span>  </span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span><strong><span style="color:black;"><a href="http://palavrastodaspalavras.files.wordpress.com/2008/07/slide6.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2711" src="http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/files/2008/07/slide6.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></span></strong></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span><span style="color:black;"></span></span></span></span><